“Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois,  que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo.”

Mateus 3:10

 Agentes de informação (leia-se: meias-solas orkuteiros), bons filhos do gedeltismo  manipulados pelo palácio da rainha desfigurada (PRD) estão infiltrados em blogs, comunidades e sites onde insistem nas distorções e heresias em defesa da imagem da OBRA – ou seja, na defesa de interesses inconfessáveis.

Denunciei a existência de 156 (cento e cinquenta e seis) desses indivíduos na representação, ainda debaixo de estranho e funesto segredo de justiça Proc. 27201/2009-MP-ES. A angústia do icemita-mor esperando fechar a Comunidade Já fui um Maranata – JFUM. O construtor de heresias enganou a todos, continua mestre em malabares  e em mitos religiosos; mas costumeiramente foge da verdade, e não se afasta da falta de transparência.

Alguns ex-icemitas continuam como marcados para morrer (e morto não fala). E não duvidem: a incitação ao ódio religioso em defesa da direitos autorais  (claro, das heresias) e imagem da OBRA chega ao emprego de escolta armada… (Escutem: alguém esclareceu o que houve na estrada, naquela noite escura de evangelização, bem ao tipo da Inquisição Papista, para que se dê resposta à pergunta que não quer calar: APAGA!!! Quem determinou?)

As informações não param. Diante de 30.000 documentos disponibilizados às autoridades, após diligências preliminares, formou-se convicção de indícios de autoria e materialidade de diversos delitos. Mais e mais documentos se juntam a cada dia e o montante nos oferece o quadro sombrio e surpreendente das ações desses icemitas mercenários. O Judas traiu Jesus e movido de remorso devolveu as 30 moedas de prata; porém, esses meias-solas-mercenários membros dessa “organização criminosa” (em tese) fizeram pior: inventam massagens de ego, profetadas e revelagens de uns para com os outros e depois demandam o Judiciário em defesa da OBRA. Os donos de balcões de negócios estão assustados. Pastores pseudocarismáticos! Que maldade! Que Obra Maravilhosa, hein?

As investigações  em curso nos Órgãos Públicos (BC, JE, JF, MPE, MPF, PC, PF) apontam diversos crimes (em tese) com extensão no estrangeiro. Coisa gravíssima, icemita!

Cara de pau dos meias-solas-dos-clamores! O Diabo balança o rabo na cara deles e continua espantado com a capacidade desses judas-mercenários.

Como o filho do gedeltismo insiste em heresias e mitos da Obra Maravilhosa, mantém a convicção enganadora de ser o cavaleiro do bem e o Cavaleiro Veloz  é do mal (quem lê entenda), os fatos estão ai para quem quiser ver.

Deste modo, o conjunto das provas oferecidas para apreciação dos magistrados, garantido o direito de defesa e questões processuais resolvidas, nos leva a presumir que haverá sentenças condenatórias. Fatalmente!

Essa coisa louca não mais se sustenta. O encantador de formatados conduziu a membresia para o beco sem saída e no rumo da escatológica “operação do erro” (2 Ts. 2.11). O gedeltismo implodiu a denominação eclesiástica entremeada como monarquia pseudocarismática e quadragenária. O olhar caolho do construtor de heresias exige que os icemitas absorvam a Obra; o que significa: façam o que mando e não façam o que eu faço nas cortinas de fumaça, nos negócios nebulosos.

Estávamos denunciando a implosão (olhem a data do artigo) na ICM-PES, enquanto a cegueira dos meias-solas reformados mergulha a membresia no maranatês. Esses falsos mestres e falsos profetas dependem de casa mal assombrada com balcões de negócios, contrabando e/ou descaminho, conspiração, doutrinas heréticas, esquema de pirâmides, falsa unção, fisiologismo político, golpes de seguro de vida, lavagem de dinheiro e mais…

Fazem fortunas até no exterior! Infelizmente, a alguns desses é possível permanecer nas sombras, pisando na consciência morta pelos pecados para tirar proveito econômico de situação vantajosa, como na “Operação Duty Free” que pegou alguns membros da Maranata. Não duvide: muita coisa está errada nesta igreja.

Na defesa do projeto de salvação dos bolsos dos Judas que beijam Judas nos balcões de negócios, as unidades locais foram empurradas para o beco sem saída (lembre-se: este artigo tem mais de ano de publicação), lugar ideal para os donos das bancas de negócios distribuírem participações.

Não é de admirar que o clamor é notório e público. O dinheiro dos dízimos compra as almas de alguns, o poder camaleônico corrompe (como foi no voto de cabresto) e paga custas processuais, honorários de advogados especializados, honorários de peritos e gastos de viagens aos Fóruns. O monarca está nu! Os intocáveis valetes (escrevi valetes) da OBRA perderam a vergonha! Poço de iniquidades! Que tombo!!!

Nestes contornos, leia a Nota à Imprensa.

O astuto encantador de formatadosconseguiu enganar esta geração de icemitas apertada no beco sem saída e no rumo da estatológica  “operação do erro”. O clamor é notório e público. Porém, lembrem-se:

“Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o SENHOR, e os contam, e com as suas mentiras e leviandades fazem errar o meu povo; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e também proveito nenhum trouxeram a este povo, diz o SENHOR”. 

(Jr. 23.32)

PENSE!

1. A complexidade dos crimes (em tese)  investigados na elite da ICM-PES é de tal monta que me faz acreditar em apuração e condenação desses indivíduos; e a pensar, que em ocasião oportuna alguém lance mão da DELAÇÃO PREMIADA.

 2. A “confissão espontânea” está prevista no Direito Penal como circunstância atenuante (CP, art. 65, III, “d”), ainda que o fundamento da elação premiada é o “estímulo à verdade processual” (Exposição de Motivos da Lei n. 7.209/84).

3. A petição para inclusão no programa de testemunhas deve ser enviada pelo delator ao magistrado da questão, cujo depoimento será mantido sob sigilo. Havendo prova suficiente e ouvido o Ministério Público, será celebrado o acordo que segue normas processuais específicas, incluindo cláusula de sigilo nos termos do artigo 5º, inciso XXXIII, e do artigo 93, inciso IX, da CARTA MAGNA, combinados com o artigo 7º, inciso VIII, da Lei n. 9.807/99, e com o artigo 20 do CPP; e, devidamente assinado pelas partes, a avença (acordo) será levada à homologação judicial.

4. A propósito, pretende-se uma “troca”: o delator apresenta dados, documentos, fatos, nomes, testemunhas e o que interessar para ficar livre da condenação ou redução das penas. Evidentemente, caberá ao Ministério Público decidir da conveniência de ingressar o delator no programa de proteção às testemunhas (o que inclui procedimentos especiais); se a proposta é esperteza (manobra da defesa); ou se dará início a novas investigações em procedimentos próprios. Nota-se que, caso haja um acordo de delação premiada num novo processo, o cumprimento da pena pode ser revisto e até diminuído, a depender da Justiça.

 5. Caso aconteça que algum icemita formatado esteja na condição estatutária de funcionário público, mas está mergulhado no poço de iniquidades e envolvido com crimes (em tese) da quadrilha (suposta) de meias-solas-mercenários que encheram os bolsos dos dízimos e ofertas (que têm destinação estatutária própria); esse bobo da corte e esperança dos banquetes de ladrões pode ser alcançado na futura instauração de processo administrativo disciplinar de graves consequências.

6. Escutem, cúmplices dos meias-solas mercenários. Esses acordos (avenças) de colaboração premiada poderão ser utilizados, validamente, pelo Ministério Público para a instrução de inquéritos civis, inquéritos policiais, ações cíveis de improbidade administrativa, ações penais, procedimentos administrativos criminais; e podem ser emprestados ao Banco Central do Brasil, à Procuradoria da Fazenda Nacional e à Receita Federal para a instrução de procedimentos e ações fiscais, bem como a qualquer outro órgão público, inclusive estrangeiro. Entenderam?

7. Pode parecer que a “delação premiada” esteja longe da imaginação do formatado icemita no caminho da sentença criminal pesada (que tremedeira, hein?!); porque na mente desses icemitas mercenários giram programas implantados pelo mestre da enganação, das meias verdades, dos mitos e dos malabares, tipo: “não pequeis contra a Obra”; “não toqueis nos meus ungidos”; “quem peca contra esta Obra será comido de bicho” e anátemas diabólicos dos meias-solas recalcitrantes que dizem: “Fizemos um bom negócio e não cometemos pecado algum!”

8. Porém, em tese, ao despertar para a iminência do rugir da SENTENÇA condenatória pela prática de ilícitos penais implicando em 6 anos, 13 anos ou mais em regime fechado (além de multas) a astúcia da defesa ou o esperto formatado, por si mesmo, apelará para a vida.

Por último:

“Agora, o Ministério Público segue com as investigações através do depoimento de testemunhas, eventuais colaboradores e membros da Igreja que tenham informações de irregularidades na gestão. Foram notificadas 26 pessoas para prestarem esclarecimentos a partir dos próximos dias. Outros colaboradores que quiserem auxiliar nas investigações podem entrar em contato com a instituição por meio dos promotores de Justiça do Gaeco, ou pelo telefone 127, da Ouvidoria do MP-ES, que recebe denúncias sem a necessidade de identificação.”

Por oportuno, o meu apelo é este: icemita, ao ser chamado perante a autoridade pública fale a verdade! Não seja cúmplice!

“Guardai-vos cada um do seu amigo e de irmão nenhum vos fieis; porque todo irmão não faz mais do que enganar, e todo amigo anda caluniando. Cada um zomba do seu próximo, e não falam a verdade; ensinam a sua língua a proferir mentiras; cansam-se de praticar a iniquidade. Vivem no meio da falsidade; pela falsidade recusam conhecer-me, diz o SENHOR.”

(Jr. 9.4-6)

 Resta o triste fim de jornada de quarenta anos e o clamor é público. O Juízo vem! O Ministério Público trabalha. O monarca está nu e nem lava os pés. Os descalabros e desvios do palácio da rainha desfigurada exigem prestação de contas.

Sei de algo que fuzila o coração do indivíduo preso nesses grilhões do gedeltismo: se aqueles que dominam esta ICM-PES perderam a vergonha, aqueles que os obedecem e mergulham no poço de iniquidades já perderam o respeito por si mesmos.

Você nem imagina como é bom exercer “fé em Jesus”, fugir de meias-solas-mercenários, romper com o gedeltismo e ser livre para servir aos irmãos na “constância de Cristo”.

NOTAS:

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