A implosão do maranatismo começou no início. A língua afiada haveria de sofrer. Algo de desumano, de falsa fé, de malicioso e místico foi erguido com ares de Obra Maravilhosa. Entraram em um beco sem saida. Essa coisa louca não mais se sustenta. Nesse eclesiasticismo pseudocarismático o andar ao redor dos erros perfurou as mestras e vigas. O desmanche começou há muito tempo. O gedeltismo implodiu a denominação eclesiástica que criada para auto-afirmação da monarquia pseudocarismática. O telhado do palácio da rainha desfigurada revelou-se de vidro…

Aquele que se dispuser a denunciar erros, fraudes e meias verdades do gedeltismo não pode ter pena de si mesmo. Enquanto combater as heresias haverá de chorar gemidos e lágrimas dos sofredores.

Aqui estou para mais um dia de enfrentamentos. Se a Graça me envolve e o dever me obriga, não posso ter pena de mim. E dói na alma esta denúncia:

“Até minha segurança física foi ameaçada em recente “reunião” convocada para falar sobre dízimos e assuntos correlatos, reunião em que os membros (e particularmente eu) foram impedidos de se pronunciar. Avaliem os leitores se isso é comportamento de quem está almejando um “acordo” comigo.”

E entendi: encontrei outro que não mais pode ter pena de si mesmo; alguém na mira dos meia-solas que agem como instrumentos místicos do dono da sapataria e mandante de ondas de repressão. Estabelecida a espiritualidade herética, manipuladora e profana, esses falsos pastores ignoram as amarguras e as dores dos filhos da instigação do ódio.

Formatados iludidos, meia-solas pseudocarismáticos e portadores da falsa unção estão envolvidos no misticismo – fator de negação do “evangelho da graça de Deus” (At. 20.24). E o pior: o ÓDIO.

Não posso dizer de outra forma: os filhos da heresia icemita andam no centro do erro. Filhos enganados expressando o maranatês como prova da grande ilusão. Necessário é despertarem do sono (cf. Ef. 5.14), porquanto pela metade é impossível agradar a Deus (cf. Hb. 11.6).

Nitidamente se observam nesses quarenta e dois anos: ameaças, autodefesa, avareza desmedida, balcões de negócios, contrabando ou descaminho, cortinas de fumaça, demandas judiciais, destruição de documentos, dissimulações, doutrina errada, estelionatos, falta de transparência, formatação, fraudes, fuga à responsabilidade, instigação do ódio religioso, introjeção de jargões premeditados e manobras palacianas em defesa da Obra: conspiração, falsa unção, fisiologismo político (inclusive com candidatos declaradamente kardecistas) e o velho voto de cabresto. Frutos podres!

Por mais que estejam desapontados e por mais que se sintam traídos é com esses formatados furiosos que lidamos. A cada dia chegam alguns deles despejando injúrias, maldições e muito ódio. Estava para escrever, a pedidos, sobre essa disposição do formatado icemita nutrir o ódio e o texto de Maria veio às nossas mãos como postagem. Mais uma vez a Graça de Deus influiu sobre a alma dessa irmã preciosa e ela nos brindou com sua sensibilidade. Resolvi apresentar a postagem neste artigo.

Sigamos com ela.

“Sobre a ira de alguns formatados que entram aqui:

Estive comparando a situação de um cônjuge que alguém avisa que sua mulher ou seu marido está traindo, com a dos formatados irados que deixam seus comentários aqui neste SITE. Na maioria das vezes este cônjuge avisado se revolta com quem deu as más noticias de que está sendo enganado, e por causa da negação da traição, que o outro jura nunca ter praticado, passa então a odiar quem falou mal; por vezes passa até a encontrar pontos fracos na vida de quem foi o portador da má noticia para poder encontrar base que o ajude a refutar o que foi falado.

Ouve o outro dizer que estão sofrendo ataque de quem deseja destruí-los, e é convencido/a a fazer um pacto de confiança mútua. Passam a serem vistos de mãos encenando sua felicidade em público… Seria tudo muito perfeito se lá, bem lá no intimo o traído/a não somasse 1+1 e chegasse à conclusão de que na verdade alguma coisa está fora do lugar, de que os fatos não batem com a súbita mudança de comportamento do outro agora mais atento. Passa, então, a dar geral nas bolsas, nas correspondências, nos bolsos, no celular… e secretamente procura encontrar bases mais sólidas para confirmar a traição ou para desacreditá-la por completo. Afirma que confia, mas sua busca por provas diz o contrário.

Assim são os irados que chegam aqui e detonam chumbo no Site, no CV, nos comentários e postagens… Eles têm a pulga atrás da orelha, sabem que alguma coisa não bate, que tem algo que não faz sentido; mas não têm coragem de admitir que a amada obra, aquela em quem foram depositadas todas as fichas, aquela que foi idealizada como imaculada, maravilhosa, pura e única, e que à ela juraram amor eterno e incondicional, possa ser na verdade mais uma das errantes pelo mundo afora, que veste-se de santa mas é maculada, cheia de erros e indigna de confiança.

Não querem crer que ela foi capaz de macular o leito se prostituindo com os poderosos e políticos em troca de seus favores materiais e suas regalias… Não admitem que os lugares considerados sagrados neste “matrimônio” foram transformados em covil de ladrões, e que o fruto amealhado com o suor de seu trabalho está sendo jogado fora pelo ralo e duplamente: os recursos materiais advindos desta união que estão sendo dilapidados criminalmente – e que na verdade não é o que mais importa – e sim os filhos frutos desta união, que são vidas que estão sem teto e sem chão; sem estrutura e sem direção por verem desabar sobre suas cabeças todo um sistema criado para que vivessem eternamente em ninho, e que não os preparou para confiar em Deus, somente em Deus…

Por isto, se voltam contra tudo e contra todos. É duro ver seu castelo-obra se desmoronando e na falta da certeza daquilo que os de fora acusam a obra de ser, é a dúvida a companheira que os faz procurar por respostas convincentes que a eles não são dadas no ninho; e acabam chegando aqui.

Secretamente detonam sua frustração no site. Não têm coragem, ainda, de admitir estarem decepcionados, que se sentem traídos, que perderam um tempo precioso demais em suas vidas acreditando em falácias. Senão, qual outra razão para virem aqui?? Se disserem que é simplesmente para atacar comportamentos que são contrários a Deus, então cabe perguntar:

Sendo V., formatado irado, um servo do Senhor (apesar de ainda formatado e irado), por acaso V. entra em sites que fazem apologia às drogas? E em sites de pornografia V. entra lá e ataca o comportamento contrário a Deus e critica os pornógrafos?? Quantas criancinhas inocentes V. já salvou das mãos de pedófilos entrando nos sites e detonando quem molesta crianças?? Entrando nos sites TJ’s (testemunhas de Jeová) V. já converteu algum testemunha de jeová a Deus conforme os princípios que V. crê?? Algum mórmom?? Algum espírita?? Afinal, como servo de Deus V. não concorda com nenhuma destas filosofias, não é verdade??

Ah!… V. só entra para fazer criticas e detonar neste site aqui, né?? Sabe por quê? Porque na verdade V. não está seguro de que estamos mesmo errados, e de que a sua obra está mesmo certa e tem sido a vítima. Dificilmente um servo de Deus vai entrar em algum destes sites acima para atacá-los, pelo simples motivo de que nada que lá for falado vai convencê-lo de que há alguma possibilidade de concordar que estão certos no que defendem e propagam. Então, simplesmente os ignoramos. Não nos importa o que eles discutem, defendem, publicam, pensam. Simples assim. Ou estou errada?

Mas assim como a traição de um relacionamento nunca fica encoberta pela vida toda, a face real da sua obra também tem sido trazida à tona. Com o tempo V. vai voltar aqui e ler mais, vai orar mais pedindo discernimento a Deus e depois vai orar por libertação deste sistema, que não é fácil sair dele. Com o tempo V. vai saber de mais reportagens falando sobre a sujeira no ninho e mais irmãos te dirão o mesmo.

Se V. demorar a se “divorciar” deste sistema, um poucochinho mais de tempo e V. verá os acusados sendo condenados, e aí não terá saída, vai deixar de ser formatado e passar a raciocinar por V. mesmo. Vai tomar as rédeas espirituais de sua vida em suas mãos e vai assumir para si mesmo que foi iludido, enganado. Poderá doer muito, mas a boa notícia é que não foi culpa sua, V. estava sempre de boa intenção, V. fez tudo pensando em agradar somente a Deus; e como nós, às duras penas, V. vai sair deste estado de ira contra quem fala a verdade, para o estado de gratidão a Deus por abrir-lhe os olhos e ver a graça dEle plenamente, mesmo apesar de tantos pesares.

Todo cônjuge que traiu merece ser condenado?? Não!! De forma alguma!! Assim como há o erro, há o perdão! Mas para alcançar o perdão, tem que haver confissão, um derramar diante do Pai, um confessar genuíno do fundo d’alma; como fez o filho prodigo ao dizer que sequer merecia ser chamado de filho, mas que seu pai lhe permitisse, ao menos, ser um dos seus empregados; mas que não o rejeitasse.

Quem quer deixar o erro, o confessa. Viver feliz sem quem nos dá suporte na vida, quem nos ajuda na caminhada, quem nos fortalece e é nosso porto seguro, é impossível! Um relacionamento nesta base com um cônjuge nos dado por Deus para sermos um com ele é a nossa oportunidade de ser feliz e não de deixar passar! E sem Deus não há felicidade, não há sentido de viver, não há razão para existir. Nao somos inteiros. Por isto que se alguém cai em erro, e o medo de perder a quem ama é real, este confessa e muda; coisa que definitivamente ninguém viu acontecer com o presbitério; ao contrario, estão perseguindo aos que denunciaram os erros, enquanto insistem em proteger aos que erraram.

Israel caiu várias vezes em erro, mas porpque buscou a Deus com sinceridade, Ele o perdoou. Negar o erro é errar mais uma vez, é trair mais uma vez, é ser indigno (a) mais uma vez, é assumir que não preza e não ama a quem traiu, seja o cônjuge, seja a Deus. Imagino quão grande conta a acertar com Deus, está nas mãos de quem, além de negar o erro, ainda protege os errados e persegue os que denunciam o erro!

Assim como há os que almejam ser perdoados e querem recomeçar diferente, deixar a caminhada de erro para trás e renovar o primeiro amor, há também os que lutam de unhas e dentes para negar o erro. E vão errando por cima dos erros anteriores, e sua imundície se acumula tanto que para confirmar mais uma mentira têm que contar outra, e outra, e outra…

Nunca admitem que erram, soam mais santos que o próprio Santo! Sua arrogância é tanta que beira à loucura! E aprendem a arte de enganar com muita destreza, afinal servem ao “deus deste século” (2 Co. 4.4) que tem arregimentado um exército contra tudo e todos que a ele não pertencem. E são muito convincentes! Se fosse possível enganariam até os escolhidos, mas pela misericórdia de Deus este tempo tem se abreviado e em breve (poucochinho de tempo mesmo – que ironia!) toda a verdade virá à tona e não restará de pé nenhuma das dúvidas que alguém ainda possa ter. A verdade triunfará como sempre triunfou!

Esta é a nossa oração por cada um que já passou por este processo; e por cada um ainda maranático, e ainda formatado, e ainda irado, e ainda meia-sola que passarão por este longo processo de cura e libertação do ódio religioso. Até lá havemos de ter paciência com os filhos da instigação do ódio que aqui chegam e desovam todo o mal que aprendem neste “casamento-sistema” falido.”

NOTAS

Escrever em CAIXA ALTA (letra maiúscula) é deselegante. Evitem.

Expressões em itálico aparecem em apostilas e falas dos icemitas.

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Os créditos do texto principal pertencem a Maria. Se alguém deseja enviar mencione o link deste artigo

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