Certo irmão Natanael, com 30 anos de OBRA (expressão dele), começou a despertar para realidade e deixou o entendimento que tem. Desta postagem nasceu um artigo e diversos irmãos participaram com postagens, claro, atentos ao alvo do SITE e dentro do contexto de liberdade de expressão.

Como evidência da formatação a que o indivíduo está sujeito, sempre que lhe for tolhida a liberdade de pensar, defendemos a opinião de que a ardilosa linguagem do não-pensamento cria imagens mentais e facilita o falso profetismo. Considerando a constância desdes esquemas de profetadas e revelagens, Natanael está certo ao afirmar: “muita coisa está errada nesta igreja.”

Em 12.12.2011 certa postagem apareceu no espaço disponibilizado do artigo A CONSPIRAÇÃO. Importante lembrar que a postagem mostra o que se passa no coração de seu autor. O original ainda está disponível e aqui o texto (entre aspas):

 “Não creio que meu comentário será efetivamente aceito e exposto neste blog, contudo vou faze-lo assim mesmo. Pertenço à ICM há exatos 31 anos. Presicenciei fatos de todos os tipos, inclusive até de passivel de chamar a polícia, contudo, até hoje eu só conheço pessoas CAIDAS que conseguem falar mal da OBRA. Conheço centenas de ex-maranatas, todos caíram devido à desobediencia, e se caíram é para se cumprir o que está na bíblia, que o joio cresceria junto com o trigo. Ademais, a Biblia ainda relata que o cair édo homem, e o levantar é de Deus. Não sou fanático, prova disso que sou um membro, não sou pastor, amo o SENHOR ao qual eu conheci atravez da OBRA. Sebastião Menezes.”

Então, aguardei que Sebastão contestasse o artigo. Não conseguiu. Prometi resposta, e entendi fazê-lo na construção deste artigo, cujas frases desse amado irmão aparecem em estilo normal. Em itálico a minha resposta.

1. “Não creio… será aceito e exposto neste blog” – Amado irmão, está exposo; mas aceitar argumentos falaciosos é impossível. Dai a discordância. Falácias não se sustentam. Felizmente, milhares de amados irmãos estão cansados de falácias e de meias verdades do gedeltismo. Os retirantes que o digam.

2. “Pertenço à ICM há exatos 31 anos.” – Aqui está o foco: cada ano de ICM bem contado e a decisão de “pertenço à ICM-OBRA” no contexto da formatação do eu-icemítico. Afinal de contas, com “exatos 31 anos” (ênfase nesta contagem de tempo) a mentalidade de OBRA está introjetada em sua mente… como um entulho. Deus nada constói sobre entulhos, especialmente os entulhos dos dominadores dos rebanhos de Deus bajulados por políticos e cercados por falsos profetas. Nesta condição, lamento observar, por enquanto é impossível enxergar além dos escuros muros da ICM-OBRA encimados com arames farpados. Nestes pastos secos o medo apavora a alma, enquanto o berrante do chefe religioso ecoa na mente de cada formatado icemita: OBRA!… OBRA!… OBRA!…

Considerando que a fidelidade pela idolatrada OBRA foi inexpressível marco de “exatos 31 anos” (que glória, hein?!), se nesses 11.315 de dias e noites este mantra OBRA!  ocorreu na fala, na imaginação, nas profetadas ou no pensamento no mínimo 10 (dez) vezes em cada 24 horas, o resultado é: 113.150 vezes a palavra OBRA foi repetida nestes “exatos 31 anos”. E com esta conotação enfadonha e triste, imagina quantas vezes lhe ocorreram as palavras “caído”, “cair”, “caíram”, “ossorrevelô”; além de centenas… não! milhares de améns concordando com erros, falácias, profetadas e revelagens lançadas debaixo do “clamor pelo sangue”. Que tristeza!

Olha, Sebastião, o chefe icemita exige a formatação como elemento essencial da monarquia pseudocarismática. Enquanto o formatado icemita continua dando ouvidos à ideologia de OBRA, ele está preso ao sistema, indiscutivelmente afastou-se do absoluto que Deus declara, do jeito que Ele declara nas Escrituras. Ora, assim fica difícil falar e pensar sem OBRA; e realmente fica difícil mudar, porque o erro está no começo da crença errada. E o pior: este começo determinou o fim que estamos presenciando. Círculo vicioso. E isto começou dentro de V. há “exatos 31 anos”.

3. “Pertenço à ICM… pessoas caídas… falar mal da OBRA… ex-maranatas… caíram… caíram… joio… cair… atravez da OBRA…” – Argumentos falaciosos e palavras de maldição  – As expressões evidenciam a formatação introjetada na mente do escravo da OBRA, discriminado com a expressão “servo devedor”. 

Não duvide: a partir do momento em que o escravo-servo-devedor confessa: “Pertenço à ICM” ele declara plena subserviência ao sistema. Por isso mesmo, não nos surpreende o fato de que os emissários do monarca tenham concordado com o voto de cabresto… por um prato de lentilhas (quem le entenda).

Neste contexto,  a confissão “Pertenço à ICM” gira na memória do escravo-servo-devedor e interfere nas falas e invenções de profetadas e de revelagens nos “cultos proféticos” que se prestam à manutenção do maranatismo. Influenciou nesta postagem. Não me leve a mal, nem é minha opinião: foi V. mesmo quem deixou escapar aquilo de que o seu coração está cheio… de OBRA.

Pois bem. Entenda: na linguagem de formatado icemita na condição de escravo-servo-devedor não existe amor, bênçãos, consolação, cura, evangelho de Deus, graça, libertação, milagres…. nada de poder e sabedoria de Deus. Não adianta dizer: tenho experiências com o Deus vivo…. porque não tem. O que existe é condenação, porque o formatado icemita está instigado pelo ódio emanado do palácio da rainha desfigurada. Leia a Mensagem Para Pastores 2007 e entenda o ódio que existe no coração do chefe icemita. Esta denominação eclesiástica caminha no rumo da “operação do erro” (2 Ts. 2.11-12) por darem crédito à metira. Os filhos do gedeltismo fazem o que esta ideologia quer que eles façam.

4. “Presicenciei fatos de todos os tipos…” – Argumento falacioso. Entenda, Sebastião. O SITE disponibilizou espaço para comentários sobre o artigo A CONSPIRAÇÃO. O autor do artigo o direcionou ao presidente do Presbitério, mencionando números de processos no Judiciário e onde se encontram. Fez referência aos processos em São Paulo onde os interessados buscam a “defesa da imagem” como cortina de fumaça para esconder os erros. Dezenas de comentários apareceram. Links indicam a conspiração havida. Os fatos demonstram a coerênica dos argumentos expostos no artigo; e as denúncias provocaram o tsunami apesar das blindagens do palácio. Porém, onde está o fato concreto capaz de derrubar a essência do artigo A CONSPIRAÇÃO? Resta enfrentar a realidade e dizer: triste fim de “jornada de quarenta anos”.

5. “Não sou fanático!” – E aqui está a pérola de seu comentário. Depois das agressões aqui registradas V. destaca a autodefesa como recurso: dizer que não é fanático. Ora, a discriminação, a formatação exposta e as expressões de ódio mostram o que V. não queria; mas acabou confessando o que se passa no mais íntimo do seu coração.

6. “fatos … passivel de chamar a polícia…” – Mas não teve a coragem de denunciar os avarentos, os donos dos balcões de negócios, os estelionatários, os ladrões do templo, os que transformaram o palácio da rainha desfigurada em casa mal-assombrada, cheia de esconderijos dos erros de falsos pastores com assento na cúpula… ciente o chefe religioso de tudo o que se passa na igreja-do-jeito-que-ele-quer.

Os donos de balcões de negócios construiram ilhas de fortuna aproveitando o povo como massa de manobra… e enquanto se banqueteiam, numa orgia vergonhosa, procuram caiar as paredes sujas com profetadas e revelagens que mais parecem vômitos. VERGONHA!

7. “cumprir o que está na bíblia” – aqui está outro nó: bíblia (letra minúscula) e OBRA (bem destacado). E que nó! Formatado é assim mesmo. A Bíblia Sagrada não passa de mera caixinha de segredos, livro de procurar a sorte. É o famoso “vamusconsurtar”… e até conseguem surtar…

Meu irmão, se V. começar a obedecer ao que Deus fala, do jeito que Ele fala – coisa que V. demonstra não fazer – acontecerá o seguinte: V. será expulso e perseguido pelos cães farejadores do palácio. Será chamado de adúltero, amigo de pedófilos, caído, filho do Diabo, joio, ladrão, maldito, maligno (claro, na dependência da corrupção que existe dentro daquele que o amaldiçoar). Isso V. não quer, por orgulho religioso ou razões inconfessáveis; e por isso vai ficando… ficando… até morrer repetindo: “Pertenço à ICM… pessoas caídas… falar mal da OBRA… ex-maranatas… caíram… caíram… joio… cair… atravez da OBRA…”

8. “que o joio cresceria junto com o trigo.” – A formatação do icemita consegue este alvo: discriminação, exclusivismo e manipular as Escrituras de modo a defender o indefensável para justificar os erros. E isso me permite perguntar:

Se o artigo denuncia A CONSPIRAÇÃO porque V. não prova o contrário?

Se o chefe muito religioso manipula os pastores para promoverem ações na Justiça, onde está o interesse do Evangelho?

Se o monarca persegue os que fazem perguntas, onde está o amor que é o principal?

Se o monarca impõe o VOTO DE CABRESTO para esconder a ladroagem, existe sinceridade e a transparência?

Se maus obreiros e maus pastores semearam o joio na OBRA, porque V. não protestou nem os repreendeu?

Se o maranatês continua entranhado na sua alma, como ficou demonstrado em sua postagem, qual será o seu galardão?

9. “Não sou fanático… amo o SENHOR ao qual eu conheci atravez da OBRA.” – Este é o problema, Sebastião. O fanatismo é cegueira quase irremediável. O formatado icemita é capaz de repetir milhares de vezes o mantra OBRA! e nega o fanatismo; milhares de vezes ecoa o CLAMOR e nega a ignorância das Escrituras; milhares de vezes discrimina e insulta os que saíram da Maranata e como bom fariseu bate no peito com a frase: “amo o Senhor”.

Então, pergunto: o que está escrito, do jeito que está escrito? Eis a resposta pela boca de Jesus, o Cristo de Deus (Mt. 5.21-22):

“Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento. Eu, porém, vos digo que todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo.”

Amado irmão, entenda o que digo e com amor o digo: foi-lhe apresentado um senhor amargo, carrancudo, indisposto a perdoar; um senhor que introjeta na mente dos crentes a mentalidade de OBRA e os obriga a pensar do jeito que ele quer que o crente pense. Um senhor avarento, dissimulador, manipulador dos pastores e que instiga o ódio religioso.

Portanto, aquele que é duro de coração é indesculpável quando julga os ex-maranatas que romperam com esse sistema que abriga os desonestos impõe a CENSURA em defesa da OBRA e CONSPIRA conta os fatos.

O que V. acha que acontecerá com os falsos pastores, especialmente os que se enriqueceram com o dinheiro de dízimos e ofertas? Como está escrito (Ec. 9.18): “um só pecador destrói muitas coisas boas”.

Ora, o gedeltismo conseguiu empurrar a ICM-PES para um beco sem saída, instigar o ódio e proteger os desonestos. Prova de que muita coisa está errada nesta igreja

Por fim, Sebastião, a falsa unção destrói e mata. O formatado icemita, quando alcança a status de emissário do monarca muito religioso (membro do presbitério controlado pelo monarca muiuto religioso), é conhecido por estar sujeito ao DON (Doutrina, Ordens de Normas) emanado do palácio da rainha desfigurada.

 Sebastião, me diga uma coisa:

QUEM GOVERNA SUA VIDA?

NOTA:

Este artigo é bem específico. O SITE disponibiliza espaço para comentário; mas verifique se ele guarda relação com o conteúdo do artigo.

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