“Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, 

que vos apascentem com conhecimento e com inteligência.” 

(Jr. 3.15)

A espiritualidade estabelecida em falsa unção disseminou a educação equivocada no contexto da ideologia de Obra. A falsa unção é arma destruidora. Ela abre feridas, destrói a esperança, e mata! Os icemitas estão doentes de esquizofrenia e não se dão contas. Tristeza!

 Ando cansado desse maranatês medíocre: clamor pela Obra…, homem é falho…, ligados no homem…, momento profético…, não olhem o homem…, o Senhor vai cobrar… Obra como forma de vida… Obra filho único… projeto de Deus para esta Obraquem sai desta Obra perde a salvação e não leva Jesus nem o Espírito Santo…

Ando cansado de gente irresponsável e negligente que está pastor dependente do falso profetismo (assim como o coxo depende das muletas quebradas que ferem os sovacos).

Ando cansado com meia-solas. Cumplidade com erros, desculpas esfarrapadas e dissimulação marcam suas vidas; e, claro, nunca denunciam os erros do chefe religioso. Descristianização! Eles exercem fé em “outro evangelho” (Gl. 1.6-9) e pelos seus frutos são conhecidos (Mt. 7.16-20). Portanto, não me venham com jargões: vai dar contas a Deus… não tenho nada com isso… não toqueis nos meus ungidos… vamos orar…

Ao chegarem aos quarenta anos de Obra Maravilhosa, os emissários do monarca divulgaram grandes e iminentes realizações. Impossível neste contexto de escândalos, fraudes e heresias! O mágico dos malabares NUNCA quis pensar bíblica, doutrinária e teologicamente; mas impediu a educação teológica formal e impôs o teologismo. Infelizmente, desde o início a ideologia de Obra andou no centro dos erros, espalhou o medo, gerou meias-solas e oportunizou banquete de ladrões. O Diabo balança o rabo neste  poço de iniquidades.

Ao fim desta jornada de quarenta anos a iniqüidade transbordou aos olhos da Sociedade, onde o NOME DO SENHOR está sendo blasfemado (cf. Rm. 2.24). Não se enganem: o dono da sapataria prometeu ilusões; por isso o o clamor é notório e público. Quando devia esclarecer, ameaça e arma esquemas de autodefesa; confunde, despista e foge à responsabilidade…

Com o contínuo bombardeamento de erros o olhar caolho do construtor de heresias determinou o estilo do formatado ideologicamente manipulável: o servo devedor da Obra (expressão que esconde o fanático instigado pelo ódio religioso e potencialmente perigoso). Doentes de esquizofrenia religiosa no beco sem saída. Não se iludam: Benícios e Benícias custam a entender que a falsa unção destrói e mata. Ora, os meia-solas nasceram do nebuloso pandulho do palácio da rainha desfigurada… Terrível!

Depender de meia-solas é estelionato religioso. Loucura e maldição. Creio que podemos alcançar conhecimento pleno do “evangelho da graça de Deus… poder de Deus e sabedoria de Deus” (At. 20.24 cf. Co. 1.24) e NUNCA mais dependermos de autoridades eclesiásticas entupidas de falso profetismo e revelagens.

Deste modo, se exerço fé no que Deus disse, do jeito que Ele disse, eu sou curado e perdoado pela Palavra que Ele declarou (Êx. 15.26 cf. Sl. 103-1-5); se exerço fé no que Deus disse, do jeito que Ele disse, eu sou fortalecido em espírito (At. 1.8; Fp. 4.13,19) pelo Espírito que Ele outorgou para que possa testemunhar a favor de Jesus e realizar a “obra de Deus” (Jo. 6.26). Simples!

Desde o Éden aquilo que Deus disse, do jeito que Ele disse, é colocado em dúvida. E quantos cristãos caem nesta enganação satânica dos Diótrefes modernos, dominadores do rebanho de Deus, e exclusivos fabricantes de meia-solas. E o pior: estabelecida a espiritualidade herética, manipuladora e profana, esses falsos pastores ignoram as amarguras e as dores dos filhos enganados. Fabricantes de meia-solas estão comprometidos com os estoques das sapatarias. Arrependimento? Eles não conhecem este miraculoso e necessário remédio… Então, o caminho dos Judas é a FORCA, porque não querem lavar os pés.

Enquanto os formatados icemitas dissimulam contentamento, o chefe declara: esta Obra é filho único… meia-sola… fora! Mas não é verdade, que cada meia-sola foi gerado na ideologia de Obra? Sim! Prova de que o mestre-mor afastou-se das Escrituras, amparou-se em falso profetismo, desprezou a Teologia, ensinou erros, ergueu a doutrina revelada, exigiu obediência, formatou icemitas e ordenou pastores segundo o coração dele, e não, segundo o coração de Deus (Jr. 3.15). Por conseguinte, nos cultos proféticos até hoje os meia-solas praticam o fermento introjetado na mente deles. Os frutos podres estão aos olhos de todos. Que destino final? Que esperança lhes resta? Que salvação?

Esperando a hora do embarque, estiquei o ouvido ao diálogo.

– Meia-sola?! – alguém perguntou.

– Acorda, homem! – foi a resposta meio ríspida –, ele falou: meia-sola… algo como embromação…

– Mas não entendi bem este video… Quer dizer que…

– Quer dizer que o esperto sapateiro apanha barbante, cera e sovela para remendar sapatos velhos… remendo em cima de remendo. Na fábrica de meia-solas é assim que funciona…

– Ainda estou intoxicado e não entendi tudo… Porque ele disse que quer jogar fora os meia-solas?

– Encenação meu irmão. Jogo de cena do mágico enquanto joga malabares. Ele não consegue viver sem holofotes e sem meia-solas.

– Mas qual o valor que ele dá para cada meia-sola?

– Nenhum… nenhum valor. Mas com os meia-solas ele se manteve na sapataria… como se fosse o dono exclusivo deles, fazendo-os crer que dependem dele em cada novo remendo em cima de remendo velho…

– Hummm! Então, isto está inserido no projeto de salvação?

– Escuta, companheiro: cada convoção dos meia-solas na sapataria é para uma engraxada. Brilho artificial, equivocado e mentiroso… Dá pra entender? Política de autodefesa, avareza, dissimulação, manipulação e de preservação no comando dissimulado dos balcões de negócios da sapataria…

– Mas não é enganação?

– Duvida?! Coisa de Judas beijando Judas no beco sem saida, ouvi dizer… E olhe: de esperto ele fez herdeiros na sapataria e armou o voto de cabresto…

– Que isso?!

– Mas o povo não agüenta meia-solas.

– Então, você acha que…

– Escuta… vem mais por ai: os fiscais da fazenda estadual e federal fecharam cerco em derredor da quadragenária sapataria… e salve-se quem puder.

– Por que o sapateiro não investiu em sapatos novos?

– Que diferença faz, homem? Quem diz que ele abandona a arte de fazer meia-solas?

– Pelo menos, não precisaria de remendos e mais remendos…

– Benício, entenda: a enganação é fundamental para a manutenção da sapataria. O barbante (DON), a cera (doutrina revelada) e a sovela (bíblia além da letra) continuam como elementos esseciais dos remendos. Enquanto ele introjeta a sovela nos meia-solas, amarra com o DON e passa a cera, ele garante a fábrica de meia-solas e o sistema.

– Jesus!!! Fazer o quê??

– Olha, estão chamando para o embarque, mas te digo: companheiro, não dá para acreditar em meias-solas, nem depender dos hergueiros da sapataria…

Mais interessante quando alguém entrou em outro diálogo com um deles:

 – Pois é…. Estava ouvindo e agora a novidade: parece que o primo do sapateiro deu uma de bonzinho e mandou uma carta fazendo perguntas ao sapateiro. Afinal de contas, o que ele querer?

– Eu li. Parece golpe… sei lá. – Foi a resposta do outro com a boca na mão.

– Golpe por quê??? – eles se entreolharam.

– Bom… penso que o caso é o seguinte: parentes são para essas coisas…

– Quê??? Quem é parente de quem?

– Quem fez as perguntas a quem deve responder, ora bolas – um terceiro entrou na conversa e continuou – e fica nessa lengalenga de obra de parentes: era o sogro, depois o cunhado e agora o primo entra em cena, desde que o dono da sapataria continue nas sombras… Nunca muda… você entende?

– Então, esses parentes estão armando um golpe? É isto???

– Gente, que nó! Agora a coisa fica muito pior: o sapateiro renuncia, o primo aparece como salvador da sapataria, encena a prestação de contas dizendo que a obra caminha para a eternidade… e fica como laranja do sapateiro…

O aviso de última chamada não me permitiu ouvir o restante…

CONCLUSÃO:

Cura, perdão e poder de Deus estão disponíves ao que exerce fé em Jesus, conforme o Testemunho do Todo Poderoso.

Individualmente, este é o momento de MUDANÇAS RADICAIS.

Já faz algum tempo que o Espírito de Cristo Jesus está resistindo ao Mal; porém, em alguns palácios religiosos Satanás, assentado em poltrona especial, participa ativamente do ensino, projetos e reuniões.

No entanto, através dos milênios ecoa a força desta bênção aos que andam amparados na justiça de Deus (Nm. 6.24-26):

“O SENHOR te abençoe e te guarde;

o SENHOR faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti;

o SENHOR sobre ti levante o rosto e te dê a paz.”

Os portadores da falsa unção abrem feridas malcheirosas de difícil cura porquanto agem confiantes na autoridade eclesiástica opressora. Os retirantes enchem as estradas buscando a cura e livramento das maldições recebidas na casa mal-assombrada. Quem é prudente retornará às Escrituras.

Se admitirmos o que Deus disse, do jeito que Ele disse, o que estamos vendo, neste fim dos tempos, são meia-solas em aliança com forças malignas coordenando ataques às Escritruras e ao Deus das Escrituras.

NOTAS

Detesto caluniadores instigados pelo ódio. Fiquem onde estão.

Escrever em CAIXA ALTA (letra maiúscula) é deselegante. Evitem.

Expressões em itálico aparecem em apostilas e falas dos icemitas.

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