Abertos estejam os olhos de todos para o Profeta Oséias, especialmente o capítulo 13.

Antigamente, quando icemita-mor falava, havia temor; foi exaltado na denominação religiosa e se fez culpado no tocante à autodefesa, avareza, desacertos, dissimulações, heresias, omissões e vaidades.

Com o olhar caolho acumulou fortunas; ameaçou os descontentes; andou ao redor de erros; apoiou falsas profecias; caiou as paredes sujas; celebrou acordos com políticos ocultistas; contratou pastores e os despediu vazios; construiu cada capítulo da heresia icemita; depôs questionadores; dominou o rebanho de Deus; ensinou ambigüidades; espalhou meias verdades; estabeleceu a monarquia quadragenária; ergueu o Ídolo-Obra no meio do povo; exigiu inquestionável obediência; impôs jejuns; intentou demandas judiciais contra desafetos; instigou o ódio religioso; manipulou a membresia; negou a liberdade de expressão; preservou protegidos; promoveu tolos e selecionou valetes para o voto de cabresto.

Como escora do falso profetismo em cada discurso ele empregou a linguagem do não-pensamento. Falando de eternidade, apenas mostrou que o seu quinhão é o desta vida. O gedeltismo mentiu. O olhar caolho do construtor de heresias enganou a todos. O que fazer com doutrina revelada recheada de espiritualização de frases das Escrituras geradoras de MITOS? Por fim, de modo orgulhoso obrou, obrou e foi recolhido à sepultura.

Entenda este assunto para seu bem.

Entrementes, os delegados do monarca pseudocarismático se entregaram às ambigüidades e ardilosa  espiritualização de frases das Escrituras fora do contexto imediato e conteúdo geral da Revelação. Indiferentemente, o povo se entregou às falsas profecias e falsas revelações. Irresponsavelmente, andaram ao redor do Ídolo-Obra conduzidos por faladores de jargões: Esta é a Obra! Obra Gloriosa!Palavra revelada? Só na Obra que veio da eternidade. Pães bolorentos!

Entregaram-se aos esquemas de bancas de estelionatos, de bancas de falsidade ideológica e de bancas dos donos negócios. Fraudes… muitas! O desastre começou dentro do Templo. Pasmem! O santo e o profano se misturaram por cumplicidade da elite. Perdição!

Este eclesiasticismo governante é como cupim que come a madeira por dentro. Aquele que dava algum crédito à doutrina revelada, logo percebeu que ela é oca e dentro da mente, no mais interior do indivíduo, o conflito se instala. Deste modo, cada capítulo da gradiloquente heresia icemita foi construído na base de ambigüidades e espiritualização de frases isoladas do conteúdo geral das Escrituras. O gedeltismo levou o “fogo estranho” para o púlpito. O que vejo? O bispo-monarca se apostatou da Fé em Cristo. Portanto, diante das Escrituras, ele semeou ventos e colhe tempestades neste fim de jornada de quarenta anos.

Ídolos ergueram segundo os percalços de rebelião, obra de articuladores de esquemas gananciosos. Na base de bibliomancia e clamor esquizofrênico pelo sangue de Jesus, fecharam os olhos, exaltaram a doutrina revelada e negligenciaram as coisas comezinhas das Escrituras Sagradas. No momento em que o chefe-monarca pseudocarismático e quadragenário corrompeu as Escrituras, ele destituiu a Jesus de Seu Messianato e de Seu Sumo Sacerdócio e feriu a Doutrina da Tri-Unidade da Divindade. O olhar caolho do construtor de heresias enganou a todos. O pastor irresponsável se rebelou contra o Sumo Pastor e profetizou o falso batismo com o Espírito Santo no contexto de juízo de trombetas. Obreiros foram gerados na falsa unção.  Teologismo!

Na ganância os semideuses beijaram ídolos e constrangeram os estúpidos a fim de abraçarem enganos. Eles entraram pelo meio do templo carregando “bottons” de idolatria, segundo o conceito de seus corações dissimuladores e mesquinhos. Na consciência de cada um deles o Eterno insistia, mas não quiseram ouvir. Não adianta a crise de memória do monarca ao dizer: não sei… não vi. O que não imaginavam, as crianças percebiam; e agora correm atrás dos filhos mundanos. Porém, as angústias e desacertos introjetados no inconsciente lembram estarem mergulhados em preceitos pseudocarismáticos e tradições de vaidades.

Na insensatez homens e mulheres mergulharam em pecados jamais vistos; pois chegaram a empenhar o pescoço na compra de produtos de HERBALIFE, NONI, SEGUROS e outros produtos dos donos de balcões de negócios; empenharam-se na enganação de containeres e seguros (essa caixa nebulosa que enriquece gananciosos valetes…); e se prostraram diante desses bezerros de ouro, dizendo: “O SENHOR falou!” quando Deus nada disse. Os filhos foram sacrificados e os recursos pessoais dos pobres foram perdidos…

Não estranhem, leitores. Medito ao ler o Capítulo 13 de Oséias. Minha meditação me causa dores. No palácio da rainha desfigurada habitam demônios de enganação. Não passem pelas calçadas. Os penicos dos Judas são esvaziados à luz do dia…

Nitidamente se observam nesses quarenta e dois anos: ameaças, autodefesa, avareza desmedida, balcões de negócios com falso profetismo e mentiras, contrabando ou descaminho, cortinas de fumaça, demandas judiciais, destruição de documentos, dissimulações, doutrina errada, estelionatos, falsidade ideológica,  falta de transparência, formatação, fraudes, fuga à responsabilidade, instigação do ódio religioso, introjeção de jargões premeditados e manobras palacianas em defesa da Obra: conspiração, falsa unção, fisiologismo político (inclusive com candidatos declaradamente kardecistas) e o antigo voto de cabresto. Se esses frutos podres não bastassem, por derradeiro ele intentou a OPERAÇÃO ABAFA! Não adiantou.

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O gedeltismo é eclesiasticismo ideológico monárquico e pseudocarismático; ou seja, a ICM-Obra do jeito que o mestre-profeta quer, mesmo porque o chefe religioso declarou: a Maranata é SEITA.

O gedeltismo feriu a alma do povo; mas Benícios e Benícias custam a entender que a falsa unção destrói e mata… Neste contexto sectário ele impõe o DON (Doutrinas, Orientações e Normas do Presbitério cf. arts. 5º e 25 do E-ICM-PES). Portanto, o augusto bispo domina os intocáveis presbíteros (alto clero) e estes mandam nos presbíteros inferiores (baixo clero) que reprimem as unidades locais (artgs. 21,22,23 e 31 do E-ICM-PES) do sistema, onde ávidos pelas riquezas da monarquia recolhem dízimos e ofertas on-line. Cofres abarrotados agilizando esquemas de fraudes r facilitando os banquetes de ladrões enquanto Judas beijam Judas no beco sem saída. Fujam crentes! Não sejam cúmplices deles…

O gedeltismo proclama o tipo ideal de indivíduo: o servo devedor da Obra (expressão fantasosa que esconde o fanático ignorante, manipulável, obediente e por isso potencialmente perigoso). Contando com o contínuo bombardeamento ideológico e com o esfriamento de igrejas tradicionais, deste imbróglio religioso apareceu a imaginária ICM-PES, a Igreja-Fiel, movida por jargões: Obra…Obra… Obra… Obra como forma de vida… Obra maravilhosa… Obra Revelada.. Quem sai desta Obra perde a salvação e não leva Jesus nem o Espírito Santo… expressões que fazem parte do maranatês vulgar.

O gedeltismo existe na força do poder camaleônico. O Rolo Compressor de 2007, por exemplo, mostra o que há de astúcia e dissimulação nas decisões do obtuso religioso, a ponto de intentar demanda judicial contra a GOOGLE DO BRASIL para fechar a Comunidade Já fui um Maranata. O olhar atento de certo cidadão entendeu algo bem dissimulado incluso nessa pretensão: a demandante pretendia sentença que indiretamente julgasse como sendo de sua propriedade a marca Maranata registrada no INPI em nome de terceiros.

O que aconteceu com a neblina da manhã? Ela passou. E com o orvalho que caiu? Ela passou. A palha foi lançada fora, a fumaça encheu a casa e saiu pelas janelas.

O SENHOR poderá receber dízimos deles? Agradar-se-á o SENHOR de clamores esquizofrênicos, dízimos dos Judas, jejuns obrigatórios e orações profanas, cujo cheiro não é de incenso aromático mas de fedor nauseabundo? Os esgotos estão abertos e  mídia vasculha…

O SENHOR tem acerto de contas e uma contenda com o príncipe do rebanho. Ainda que anuncie farrapos por satélite, de sua vaidade será derrubado.

Onde está o chefe religioso? Por acaso, chamando os desfavorecidos e enganados para pensar-lhes as feridas e recompensar os que foram lesados? Por acaso ele se veste de pano de saco e cinza, deitado na própria vergonha? Por acaso ele busca a Face do Altíssimo para ser redimido dos pecados que comentou contra o povo de Deus? Por acaso ele pediu perdão pelos erros notórios?

Onde está o teu valente, ó prisioneiros de terrores? Onde ele se esconde? Por onde passa com carro blindado, guarda armado e seguro de vida? Se mais não bastasse, manipulando pastores que mantêm contas no Orkut , ele arquitetou demanda contra ex-icemitas perante o MPE-ES (Proc. 27.201/2009), demanda engavetada e em Segredo de Justiça. Ora, toda essa geração perece por falta de conhecimento e ele atrás de honrarias e títulos de políticos raposas? Vaidades das vaidades.

Os sábios entendem: as iniqüidades do gedeltismo estão atadas juntas e o seu pecado está armazenado para o dia da destruição. Poucas vezes vi um líder religioso tão irado a ponto de ameaçar: vai ser comido de bicho quem sair desta Obra. Ódio religioso!

Quem conseguirá chegar ao fundo do poço de iniqüidades para desmascarar essa liderança pseudocarismática onde os amigos do Judas continuam no banquete de ladrões e os honestos são tidos como adúlteros, caídos, cachaceiros, filhos do Diabo e inimigos da Obra?

Quem secará as lágrimas dos arruinados pelos avarentos e estelionatários? Alguns da elite construíram ilhas de fortuna induzindo ao erro e se fartando de lucro maldito; outros na miséria, hoje em dia, moram de favor no fundo do quintal da casa dos pais; enquanto as mulheres, antes vistosas, agora lavam roupas a preço de migalhas.

Quem secará as lágrimas das mulheres discriminadas por seus maridos que andam ao redor do Ídolo Obra, como servos da Obra, negligenciando os deveres de esposos?

Ruína! Clamava o profeta Oséias (13.9): “A tua ruína, ó Israel, vem de ti, e só de mim, o teu socorro.”

Sei que o SENHOR haverá de remir os fiéis do poder da angústia, da doença, da falência, da falsa profecia, da maldição, da praga, da perda, da sepultura e da vergonha.

Levanta-te, SENHOR, defronta-os, arrasa-os; livra do ímpio a minha alma com a tua espada, com a tua mão, SENHOR, dos homens mundanos, cujo quinhão é desta vida e cujo ventre tu enches dos teus tesouros; os quais se fartam de filhos e o que lhes sobra deixam aos seus pequeninos. Eu, porém, na justiça contemplarei a tua face; quando acordar, eu me satisfarei com a tua semelhança.

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