Cortinas de fumaça.

Distribuição de sobras em meio às sombras. Enquanto isso, a linguagem do não-pensamento fundamenta o falso profetismo e oculta o banquete de ladrões… Não é verdade que a falsa unção gera morte?

Encantos!

 Era o de esperar: os vale(n)tes da Obra Revelada vestidos com roupas de bobos da corte nem imaginavam os golpes milionários. Golpes de mestres. Mas a dor dos honestos é como enfrentar o ladrão no meio da noite.

Fujam crentes!  Não duvidem, nem sejam cúmplices! Nesse banquete de ladrões os herdeiros do espírito de Judas Iscariotes continuam caiando as paredes manchadas com os vômitos. No canto da boca de cada um deles espumas de ódio e olhar de serpentes.

Icemita bom e devidamente formatado é aquele que nada enxerga além das cercas de arame farpado da Obra Maravilhosa que, se fosse maravilhosa, por si mesma o demonstraria com maravilhas, milagres, prodígios e sinais.

Meu canto é de dores.

Não duvide: o gedeltismo (eclesiasticismo filosófico monárquico pseudocarismático e quadragenário) mostrou para o que veio; e deu no que deu: autodefesa, avareza, dissimulação, falta de transparência, instigação do ódio religioso, manipulação, maldições, meias verdades, perseguição aos retirantes, profetadas e revelagens.

O gedeltismo conseguiu empurrar a ICM-PES para um beco sem saída, prova de que muita coisa está errada nesta igreja… da cabeça aos pés…

O fim de Saul foi trágico: caiu sobre a própria espada.  Previsível  o fim do rei do palácio da rainha desfigurada: ele convocou assembléia solene, manipulou pastores com o voto de cabresto e mantém o mesmo rumo tomado na direção da “operação do erro” (2 Ts. 2.11); mas cairá e arrastará consigo os filhos da falsa unção. Lembrem-se, mortais (Am. 5.21): “Aborreço, desprezo as vossas festas e com as vossas assembléias solenes não tenho nenhum prazer.”

O que acontecerá hoje à tarde já está marcado. O que não interessa é blábláblá de formatado icemita em defesa da Obra e culpando os honestos por serem honestos.

OLHEM!

Os Judas estão lá dentro do palácio da rainha desfigurada: desviam o dinheiro sagrado, dissimulam, furtam e se ajoelham para o clamor pelo sangue de Jesus.  O sumo sacerdote do sinédrio manipula a morte dos Estêvãos à custa de voto de cabresto. Os comparsas dos ladrões profetizam de si para si mesmos e os honestos são tidos por traidores.

Quarenta e dois anos e milhares de famílias feridas. Não tenho outro modo de dizer: o gedeltismo falhou e o maranatismo está moribundo.

Sei de algo que não cala e em boa consciência reitero: se os que governam esta denominação eclesiástica perderam a vergonha, aqueles que os obedecem perderam o respeito por si mesmos.

NOTA:

Publicado o texto, fui alertado para a matéria em A GAZETA – ES:

Duty Free: auditores são condenados.

Porque esta matéria está publicada exatamente hoje?

Será um aviso?