biblia-abertaA amorosa atenção de Deus está exclusivamente na “igreja de Deus…corpo de Cristo”, até o momento em que “seremos arrebatados [num abrir e fechar de olhos] para o encontro do Senhor nos ares; e, assim estaremos para sempre com o Senhor” (1 Ts. 4.17; 1 Co. 15.52). Depois deste evento, “o Soberano dos reis da terra” (Ap. 1.5) cuidará de Israel e especialmente de seu “remanescente” (Rm. 9.27), que será salvo das perseguições do Falso Messias e constituído “cabeça das nações” (Dt. 28.13; Jr. 31.7).

A “Casa de Deus que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1 Tm. 3.15) foi estabelecida sobre um ato inderrogável de Cristo Jesus (Mt. 16.18). Como fortaleza contra o mal, o pecado e o reino das trevas. Já fomos libertos desse poderes mediante a fé em Cristo Jesus (Rm. 5.1-3), no momento do novo nascimento (Jo. 3.3,5), como está escrito (Rm. 6.14 – ênfase nossa): “Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.

A compaixão amorosa de Deus através de Cristo Jesus foi manifesta, oferecendo  a oportunidade de reconciliação do homem com Deus. E Ele Se esforça, pelo Seu Espírito Santo, no sentido de que os pecadores urgentemente se reconciliem com Deus; e os crentes andem e continuem andando “em novidade de vida.”

A influência restritora

A diligência do crente em Jesus deve estar no que Deus disse, do jeito que Ele disse. Além do mais, Jesus prometeu (Jo. 16.13) que o Espírito Santo nos “guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir.” Diante do que consta no Novo Testamento, Ele cumpriu integralmente esta promessa. Firmes na “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Jd. 3) e considerando o compromisso de Jesus com o Evangelho de Deus, diremos inicialmente:

  1. não se deixem enganar por falsos intérpretes da Escritura Profética;
  2. não se iludam: nenhuma das trombetas do Apocalipse ressoou;
  3. o arrebatamento da “igreja de Deus…corpo de Cristo” é iminente, indivisível, e independe de “sinais dos tempos”; mas não é evento ou fator de início dos futuros sete anos da “grande [tamanha] tribulação”;
  4. o esforço para remover o poder de restrição contra as “obras do diabo” (1 Jo. 3.8; Ap. 2.24) é atribuição exclusiva do Espírito de Cristo Jesus; e não de governos, igrejas ou políticas trans-culturais;
  5. o Falso Messias celebrará acordo com muitos por uma semana (sete anos), inclusive, com as autoridades civis e religiosas de Israel (Dn. 9.20-27); mas no meio desse período romperá o trato; então Israel enfrentará o “tempo da angústia de Jacó”  (Jr. 30.7).

A influência restritora do Espírito Santo (não o próprio Espírito de Deus que agora detém a Satanás) está sendo paulatinamente retirada da terra, a fim de que a “operação do erro” esteja plena e transborde.

Apertar, diminuir, estreitar, limitar, reduzir é o significado de restringir. Biblicamente falando e pensando, a influência restritora do Espírito de Cristo é contra as obras do Diabo. Deste modo, Satanás está sob controle e sua atuação é restringida pelo Espírito de Deus. Então, fixe a atenção nesta poderosíssima profecia (2 Ts. 2.6-12 – ênfase nossa):

 E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria. Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda [em glória].

Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos.

É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça.”

 Aqueles “que a si mesmos se declaram apóstolos e não são” (Ap. 2.2), gostam de ameaçar, e de dominar, e de manipular os obreiros subalternos; mas não servem de “modelos do rebanho” (1 Pe. 5.1-3). Alguns pensam que não existe esta idéia na Bíblia; mas existe: Diótrefes foi denunciado como aquele “que gosta de exercer a primazia entre eles” (3 Jo. 1.9) e os exemplos ai estão. De desordenados e excêntricos, há os que se apóiam nas muletas quebradas de mestres e de pastores pseudocarismáticos e dizem: temos provas científicas de que as três primeiras trombetas tocaram e a quarta trombeta vai tocar num abrir e fechar de olhos! Mentirosos! Na lembrança devemos ter as censuras de Cristo Jesus às igrejas de Pérgamo (2.14-16) e Tiatira (2.20) por acolherem – e não oferecerem resistência – àqueles que se diziam obreiros de Deus; mas distorciam as Escrituras Sagradas, agindo com deslealdade à Verdade do Evangelho e ao Testemunho de Deus. Trombeteiros de plantão! 

Arrebatamento e Tribulação. Céu e Inferno. Cristo e Falso Cristo. Deus e Diabo. Duas testemunhas de Deus e duas testemunhas do Diabo. Este é o Código! Não há meios-termos. Ninguém poderá ficar em cima do muro. O Novo Testamento é uma questão de vida ou morte. Por conseguinte, aquele que foi esclarecido pelas Escrituras mas se apega às “doutrinas que são preceitos de homens  (1) , está debaixo de JUÍZO, como está escrito (Jo. 3.19): “O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más.”

Até que aconteça a chamada final para “a igreja do Deus vivo” – o Corpo de Cristo – e certamente vai acontecer antes da “ira divina” -, a atuação eficiente e enérgica de cada “comunidade dos discípulos” (2) é de se esperar; como daquele que anda e continua andando exclusivamente na esfera de atuação do Espírito de Deus e capacitado a praticar a Palavra (3):

“E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas. (…) Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. (…) Tornai-vos (gr. guinesthe – ação contínua que pede um hábito de vida), pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. Mas aquele que considera, atentamente (gr.parakypsas – ficar sobre o espelho, olhar e ver com exatidão), na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar.” (ênfase nossa)

 Cenas proféticas do Apocalipse foram notificadas ao apóstolo João, o vidente de Patmos, onde o “justo juízo de Deus” é descrito com pormenores e nesta ordem: selos, trombetas e taças (4). O cenário está armado e os atores estão no palco. O mundo ama a mentira apresentada nos carros alegóricos dos apóstatas, céticos e escravos de demônios enganadores e de espíritos malignos operadores de sinais.

Certamente, chegando ao fim da Diáspora dos judeus o Templo Judaico em Jerusalém será construido. Este assunto consta no Sermão Profético. Escolas ensinam a preparação de sacerdotes para oferendas dos sacrifícios sangrentos conforme a Lei Mosaica; mas este Lugar Sagrado será profanado (Mc. 13.14 cf. Mt. 24.15).

Conta-se a “grande [tamanha] tribulação” (5) do episódio em que o Falso Messias de Israel celebrará “firme aliança com muitos”, aqui incluidas as autoridades civis, militares e religiosas de Israel, como previsto para a última das “setenta semanas de anos” (Dn. 9. 20-27). Este acordo será rompido no meio da semana, unilateralmente, oportunizando às duas bestas-feras de Satanás (6) se manifestarem com destruição ensandecida, matança, ódio vingativo e perseguição aos que nesses dias futuros temerem ao Senhor, ou seja: os santos da tribulação “mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram”. O Anticristo amontoará milhões de vítimas e se vangloriará (7). O cenário celestial descreve que estes santos sobem “da grande tribulação” (8). Para Israel chegou o “tempo de angústia para Jacó” com mortandade e muitas perdas (9).

Desde que a Tríade Satânica não conseguiu destruir a “igreja de Deus…corpo de Cristo” (10), cuja perpetuidade está garantida por Decreto Messiânico (11); nem impedir o seqüestro dos que estão sendo “santificados em Cristo”  (1 Co. 1.12); também não conseguirá dar solução ao imbróglio econômico-político-religioso em que arrastará os habitantes da terra na última das “setenta semanas de anos” apesar das promessas de paz e segurança”, pelo que a Escritura diz (1 Ts. 5.3): “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão.” Fracassos e mais fracassos… debaixo da “ira [de Deus] vindoura” contra as obras do Maligno. Guerra contra o Diabo! Guerra violenta!

Este é o plano do “Soberano dos reis da terra” relativo ao julgamento de Israel e demais nações: o Eterno permitirá que Satanás conceda autoridade ao Anticristo (entenda: capacitação satânica) e este ao Falso Profeta, como está escrito (Ap. 13.2b): “E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade” (12). Isto mesmo: este homem maligno com assento no torno de Satanás. Nunca se viu tal coisa e nunca mais se verá. Os dois homens-bestas blasfemos de Satanás: a besta que emerge do mar – o Falso Cristo, e a besta que emerge da terra – o Falso Profeta (13) ao tempo da “grande [tamanha] tribulação” agirão sobre dez governos internacionais, com moeda única, política única e religião única. Pânico. Terror!

Falsos apóstolos, falsos cristos, falsos profetas e falsos mestres se estabelecem onde os dominadores de rebanhos lhes garantem atenções, bancas de negócios, elogios, guarida e ofertas. Eles são especialistas em heresias institucionalizadas e mitos com mantras e muitas sutilezas vãs  – produto de encomenda e de manipulação, especialmente com expressões de falso profetismo – e bem e disfarçadamente sabem como abocanhar as almas, cativar mulherinhas carregadas de pecados e defender interesses pessoais; enquanto soltam os cavaleiros do apocalipse que sobem do abismo desesperador de seus corações. 

parábola das dez virgensInfelizmente, a ICM-PES aparece como exemplo de denominação eclesiástica iludida pelo gedeltismo monárquico, pseudocarismático e quadragenário. Não existe mudança. O marasmo do “outro evangelho” de inspiração ocultista deixou-a como casa mal-assombrada. O sistema caminha para a “operação do erro” porque exerce fé na MENTIRA, trazendo à lembrança a parábola das dez virgens, onde as imprudentes dormem, descuidadas, o sono da indolência e sem a menor preocupação com o avançar da hora (quem lê entenda), confiantes de que entrarão na festa do Noivo. O rabo do Diabo está metido nisto.

Mestres e pastores envolvidos com cabala, ecumenismo papista, falsas profecias, heresias, maçonaria, partidarismo político e pecados ocultos, fracassam em conduzir os rebanhos na “constância de Cristo”, na esperança cristã, nos hábitos de praticar o Evangelho de Deus no contexto do comprometimento com o exercício da fé do princípio ao fim e separação do mundo. E, depois de faltarem com seus deveres ministeriais, agora, eles querem que a igreja (deles) enfrente galhardamente os dias da futura “ira de Deus” que se aproxima, alegando eles que a “ira” é para os perdidos; e a “tribulação” para disciplina dos crentes. Loucura dos pós-tribulacionistas!

Na clara compreensão das coisas elementares que devem acontecer “em breve”, aquele que examina, medita e observa a Revelação de Deus, escolheu o melhor e é bem-aventurado, “pois o tempo está próximo” (Ap. 1.3). Muito oportuna a denúncia de Jesus lançada na face dos religiosos (Lc. 12.56): “Hipócritas, sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu e, entretanto, não sabeis discernir esta época?” Porque não se davam contas do curso dos anos proféticos (70×7) de que Daniel profetizou da parte do Altíssimo Deus (Dn. 9.20-27). Ora, isto ocorre com os fariseus modernos mais preocupados com aparência de piedade. Não aprenderam a “discernir os sinais do tempo” (Mt. 16.3) para serem fortalecidos contra os desígnios do Maligno – exatamente neste momento em que o mundo mergulha na apostasia que conduz à “operação do erro” (14) e ao Armagedom.

Portanto, não há quem possa impedir o curso dos acontecimentos que antecederão imediatamente a vinda-súbita de Jesus, o Messias Plenipotenciário. Tudo está bem delineado nas Escrituras Proféticas.

Não há quem possa ficar em cima do muro neste “tempo do fim”. No lado em que o indivíduo se encontra aí está o seu coração: do lado de Deus ou do lado do Diabo. O Messias Jesus declarou (Lc. 12.43): “Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha.”

O abastado e avarento fala com sua alma: “tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te”.

O contrito bate em seu peito: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!”

O fariseu se estriba em justiça própria e ora de si para si mesmo: “não sou como os demais homens”.

O insensato diz em seu coração: “Não há Deus!” E o existencialista: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos”.

O niilista é blasfemo por natureza: Deus morreu!

O ocultista confesso adora e serve o “pai da mentira” que o gerou; e sincera e realmente dá crédito ao ensino de demônios e de espíritos-guia de engano; conversa e convive com eles, no dia-a-dia e deles adquire o conhecimento das “ciências ocultas”, e das “coisas profundas de Satanás” (15). Deste modo, ele mergulha no abismo de trevas em adoração ao seu pai, Satanás, o “deus deste século” (2 Co. 4.4). Este é o deus desses homens, o deus que eles adoram e querem, enquanto disputam enquadres da para-normalidade satânica. E conseguem!

O “pai da mentira… a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo” (16) não forma líderes, porque “o maioral dos demônios” (Mc. 3.22) quer ser o centro das atenções e ser exclusivamente adorado como o “deus deste século”. Entre os apóstatas e crédulos ele agencia multiplicadores da enganação e após lavagem cerebral consegue fazer com que sejam adoradores obstinados. Milhares e milhares de homens, mulheres, jovens e crianças o servem, noite e dia. Não duvide: os ocultistas são fiéis a Satanás e seus seguidores. Os espíritos-guia lhes transmitem conceitos luciferianos às preciosas palavras cristãs, tais como: amor, arrependimento, caridade, dons, estima, fé, justificação, pecado, redenção, santidade, vida nova. Exatamente como a serpente fez com Eva, no Jardim do Éden.

Os adoradores da Mãe-Terra, gnósticos, maçons, novaerinos, wicanos e demais ocultistas seguidores de Lúcifer não têm dificuldade alguma em obedecer ao “deus deste século”. Neste contexto eles se espelham no catolicismo papista tradicional mergulhado nas práticas de Magia Branca, disfarçando muito bem o misterioso satanismo com artimanhas e “coisas profundas de Satanás” para “o bem” ou o “benefício” da humanidade.

Os cristãos confessionais defensores de opiniões e teorias que desacreditem a promessa que diz: “Jesus nos livra da ira [de Deus] vindoura” (17), entristecem o Espírito Santo e se auto-acusam de incredulidade. Nestes contornos eles esvaziam a necessidade urgente:

  1. de arrependimento dos pecados (18);
  2. do ardente batismo de fortalecimento e poder no Espírito Santo (19);
  3. do espírito de “obediência por fé” (Rm. 1.5; 16.26), perfeição (Mt. 5.48; Fp. 3.15) e “santidade e sinceridade de Deus (1 Co. 1.12) que deve permear entre todos os membros da “família de Deus” (20).

 Os editores novaerinos insistem em dizer que os mestres iluminados (espíritos-guia) instruem os profetas da Era do Aquário dizendo da necessidade de matança de dois terços da população da terra para alicerçar e estabilizar o reino do Grande Homem. Em outras palavras: aidéticos, aleijados, cegos, clandestinos, desabrigados, desempregados, doentes crônicos, estrangeiros, famintos, homossexuais, idosos, miseráveis e populações ribeirinhas estão com seus dias contados. Limpeza étnica…

Pastores insensatos multiplicam religiosos que exercem fé na mentira e caminham para a “operação do erro”. A auto-acusação e a consciência de incredulidade lhes dizem que ficarão para trás e enfrentarão os dias da tribulação, porque já estão comprometidos com as coisas do mundo e com heresias (1 Jo. 2.15-17). Nestes contornos, para eles nada significa: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” Nada aprenderam com as parábolas que Cristo Jesus habilmente inseriu do Sermão Profético e que a cada geração exorta os ouvintes à oração perseverante e à vigilância. Mestres e pastores pseudocarismáticos estão mergulhados na rebelião. Se honestos fossem com os rebanhos que lhes foram confiados, haveriam de compreender que não passam de céticos arrebanhando céticos e filhos de céticos para o matadouro, prometendo-lhes que serão “mais que vencedores” na tribulação. Meu Deus!

Resultados deste discipulado e envolvimento com “espíritos enganadores e ensinos de demônios” é a enganação que cresce e se espalha, qual erva daninha, pelas comunidades cristãs que abrem as portas para as filosofias, heresias malignas, tradição dos homens e vãs sutilezas. Portanto, os que praticam um cristianismo falso ou aquele judaísmo ocultista que crucificou o Messias-Servo do SENHOR, cumprindo a profecia de Daniel, estarão excluídos do Reino Milenar. Como profetizou Isaías (44.3b-4):

“Como estes escolheram os seus próprios caminhos, e a sua alma se deleita nas suas abominações, assim eu lhes escolherei o infortúnio e farei vir sobre eles o que eles temem; porque clamei, e ninguém respondeu, falei, e não escutaram; mas fizeram o que era mau perante mim e escolheram aquilo em que eu não tinha prazer.”

Pense:

Apelos amorosos e constantes de Cristo Jesus, Aquele que vive para sempre, ainda ecoam entre os homens. Ele continua acrescentando à “igreja de Deus… corpo de Cristo” aqueles que estão sendo salvos da condenação eterna (At. 2.47). Felizes os que O ouvem (Mt. 7.13-14):

 “Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.”

Céu ou Inferno! Reino de Deus, eterno e santo, cujos adoradores têm em si a garantia de uma vida eterna e imortal com Cristo Jesus, Aquele que ressuscitou dos mortos e vive para sempre; ou Reino de Satanás, efêmero e profano para os adoradores-escravos, pois “a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte” (Ap. 2.8).

Duas portas, cada uma conduzindo o indivíduo para o destino eterno: “a marca, o nome da besta ou o número do seu nome” estará presente no caminho largo que conduzirá os “filhos do diabo” para baixo, para a eterna perdição; “as marcas de Jesus”, desde agora disponível, balizam o caminho estreito que leva os “feitos filhos de Deus… santificados em Cristo” (21) para cima em eterna bem-aventurança, enquanto aguardamos a qualidade de vida eterna e imortal com Cristo Jesus, porquanto o Evangelho de Deus nos garante (1 Jo. 3.9-10 – ênfase nossa):

 “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão.”

Quão importante o encadeamento das grandes profecias em Daniel, no Sermão Profético e no Apocalipse.

Será inútil o exame dos fatos da Escritura Profética?

Será que as expressões “grande aflição” e “grande tribulação”, equivalentes no grego, aparecem na Bíblia por acaso?

Teólogos que se apressam em afirmar que esse aterrorizante evento escatológico não acontecerá, deveriam atentar com mais cuidado para o que “está escrito” do jeito que “está escrito” em Daniel, no Sermão Profético e no Apocalipse.

Continua…


NOTAS

A influência restritora

(1) – “doutrinas que são preceitos de homens” Mc. 7.7 cf. Cl. 2.22; Hb. 13.9

(2) – “comunidade dos discípulos” (At. 6.2,5; 15.30.

(3) – 2 Co. 5.17 cf. Gl. 5.16; Tg. 1.22,25.

(4) – Rm. 2.5 cf. Ap. 6.1-17; 8.1-13; 9.1-21; 11.15-19; 16.1-21.

(5)O “tempo de angústia para Jacó” (Jr. 30.4-10; Sf. 1.14-18) na “grande [tamanha] tribulação” (Mc. 13.19-20; Mt. 24.21-22; Ap. 7.14) também chamada de “hora da provação” (Ap. 3.10).

(6) – Os dois homens-bestas de Satanás (Ap. 12.7-12; 13.1-18; 19.19-21; 20).

(7) – Ap. 7.9-17; 11.3-14; 12.17; 13.10; 13.15

(8) – Ap. 13.7,15; 16.6; 17.6

(9) Jr. 30.4-10 cf. 31.15; Sf. 1.14-18; Zc. 13.8

(10) – 1 Co. 10.32-33; 12.27

(11) – Mt.18.16b; 24.35; At. 20.28; Gl. 1.13; 1 Co. 12.27; Ef. 4.12; 1 Tm. 3.5

(12) – Ap. 13.2b – “E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade.” 

(13) – Ap. 12.7-12; 13.1-18; 19.19-21; 20

(14) – Mt. 16.3; 2 Co. 2.10-11; 2 Ts. 2.11-12

(15) – “ciências ocultas” (Êx. 7.11,22; 8.7,18) e “coisas profundas de Satanás” (Ap. 2.24).

(16) – “o pai da mentira (…) o sedutor de todo o mundo” (Jo. 8.44 cf. Ap. 12.9; 20.10).

(17) – “Jesus nos livra da ira [de Deus] vindoura” – 1 Ts. 1.10b; cf. 4.13-17; 5.8-11, 23

(18) – Mc. 1.15; Mt. 3.11; L. 5.32; At. 5.31; Rm. 2.4; Hb. 12.17

(19) – At. 1.5,8; 2.1-4;10.44-48; 19.6

(20) – Mt. 5.48; Fp. 3.15; Rm. 1.4-6; Ef. 2.19-22; 1Pe. 1.16

(21) – 1 Co. 1.2; 6.11; Hb. 10.10, 14