Antes que a madeira acumulada para o incêndio nos queime, estou pensando em plantar árvores. Milhares!

Para cada criança que cresceu iludida com a doutrina revelada além da letra e agora, jovem ou já adulto, está em desespero na expectativa do pior, uma árvore. Na adolescência desviou-se, especialmente devido ao fato de não haver experimentado o novo nascimento. Está no mundo! Uma árvore para cada um desses.

Outra árvore para cada jovem, antes, firme nos sonhos de se casar; mas foi impedido por falsas profecias e interesses pessoais de alguém que se intrometeu em sua vida. Agora, iludido e incurável procura respostas. Solitário!

Outra árvore para cada crente que foi alvo de falsas profecias de maus obreiros e maus pastores que dificilmente se arrependem…

Outra árvore para cada uma das esposas dos pastores da ICM-Obra que padecem de rejeição de seus conjuges. Explico: mais forte que atender desejos íntimos e naturais de esposas, a paranóia do chefe muito religioso repercute na mente servos da Obra:

almoçamos a Obra, jantamos a Obra, dormimos a Obra, madrugamos a Obra, acordamos a Obra, trabalhamos… Mas a Obra é filho único. É aquilo que nós temos todos os dias de nossas vidas, enquanto nós vivermos.

Loucura!

Mas as máscaras dos mitos da Obra estão caindo. Clamor pra quê? As meninas em Itapoá – SC aprenderam que o clamor pelo sangue de Jesus impede a ação do inimigo e dos homens maus. Mas, ao mesmo tempo em que o assediador emprestava dinheiro para alguns da liderança, as meninas foram penetradas e sexualmente violentadas.  Quanto sofrimento! Que vergonha! Uma árvore para cada uma… regadas com lágrimas… Você consegue chorar comigo? Você consegue chorar esta dor?

Por certo, os sons do meu tambor (quem lê entenda) alcançam distâncias inimagináveis… e não me refiro ás distâncias geográficas: vou mais além, e mais profundo: o coração das pessoa.  Ah! o coração do homem…

“…e, por isso, estou sofrendo estas coisas; todavia, não me envergonho, porque sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia.” (2 Tm. 1.12)

Todavia, ainda faltam milhares de milhares de árvores: pelos abandonados, amaldiçoados, desesperados, esconjurados… ah! e não posso me esquecer dos muitos perseguidos pelos zumbis e verrumas do Ídolo-Obra que perseguem os retirantes.

Para dizer a verdade, cada um desses milhares de sofredores tem direito a uma, duas, três árvores… nem sei quantas… nem sei contar de tantas…

Meu Deus! Quanta gente sofrendo nas mãos dos dominadores de rebanhos!

Neste contexto, o melhor do gedeltismo foi  instigar o ódio religioso para preservar a monarquia pseudocarismática e quadragenária. O modelo deste discurso com a linguagem do não-pensamento é o mesmo dos fazedores de guerra.

Pense: o erro deste icemita-mor, muito religioso, repercute sinistramente. Se alguém pergunta, fica sem resposta. Se questiona é perseguido.

Se existe algo que mata, diversas vezes o disse e repito: a falsa unção mata! Os filhos do gedeltismo foram paridos no pandulho da rainha desfigurada. E ai estão os meias-solas.

Se os dominadores dos rebanhos de Deus perderam a vergonha, aqueles que os obedecem perderam o respeito por si mesmos.

Sabem de uma coisa? Está doendo bem dentro do coração. Para ser franco e honesto com meus leitores, não consigo alcançar com os olhos a extensão do meu pretendido reflorestamento… e perdi a conta das árvores para plantar. Milhares de milhares…

Pensando bem, melhor continuar espalhando a incorruptível e preciosa semente (1 Pe. 1.23), na esperança de que ela vingue nos corações dos que acordaram da grave intoxicação de cada um dos capítulos da grande HERESIA ICEMITA e comigo podem continuar o reflorestamento.

Semeando…

Sofra as aflições que sofro e vem semear comigo…