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Bem, antes de tudo, é bom reconhecer que as pregações do chefe religioso e dos pastores nos seminários da ICM-PES são ocas. Sempre vazias!

Essas mensagens reveladas, segundo dizem, não educam no Evangelho de Deus, conforme o Novo Testamento. Por conseguinte, a ninguém prepara para os enfrentamentos das angústias, doenças, perdas e outros problemas da vida. Mensagens que a ninguém fortalece contra os pecados da carne, a soberba da vida e as cobiças dos olhos.

Mensagens reveladas… segredos da Obra, que arregimentam as pessoas e as submetem às rédeas do regime autoritário, discricionário e nervoso da ICM; para dele depender, para nele trabalhar na manutenção do sistema. Mensagens que provocam paixões doentias e fanáticas pela denominação (que dizem) evangélica: a Instituição ICM-PES.

Os seminários da ICM consistem em nada mais, nada menos do que isto: venda de um produto religioso. Para tanto, fazem de tudo para vender esse produto. Sim! Tal como aqueles seminários de comércio de avestruzes, dietéticos e estelionatos de pirâmides. Enfim, o marketing multinível!

Entendo que nas aulas, eles fazem exaustiva propaganda de tudo que diz respeito à ICM (doutrinas, ordens, normas, patrimônios, sistema etc.). Esta é a essência e assim será porque a obra é dinâmica, eles afirmam. Independente do título da aula, independente do seminário, independente do que for. Tudo desemboca na ICM-PES, a obra revelada deste a eternidade. Ocos os professores e tão pobres na sabedoria cristã e no Evangelho de Deus que, embora mudem o rótulo da aula ou o versículo inicial, sempre canalizam a mensagem revelada a tal mesmice de sempre.

Então, vamos destrinchar. Tudo é muito repetitivo lá nos seminários:

Primeiro – começam com um versículo bíblico qualquer, geralmente nos livros de Samuel, Reis, Gênesis, Juízes, Cantares. Raramente algum do Novo Testamento.

Segundo – a seguir, exaltam a condição da ICM-OBRA. Dizem que estão vivendo um momento profético, depois alegam que a Obra é dinâmica, e repetem novamente que a OBRA está vivendo um momento especial. Continuam dizendo que eles receberam um chamado, uma herança, um segredo; e que devem valorizar tudo isso como mistérios da OBRA. Tudo para seduzir e encantar como se fizessem parte de uma elite espiritual, qual seja, a ICM.

Terceiro – agora comparam a ICM e com as outras denominações (geralmente através de versículos que possuam certa dualidade, por exemplo: Maria e Marta; Saul e Davi; Israelitas e Filisteus; Egito e Canaã, e vários outros. É assim sempre! Anotem: SEMPRE! Escarnecem e ridicularizam tudo e todos que sejam referentes a outros grupos evangélicos e da Católica. Falam pela centésima vez do misticismo da pedra do Rio Jordão, do óleo do Monte Sinai, da Assunção de Maria, etc. Aquele besteirol todo que todo mundo já está cansado de saber. Mas repetem de novo e de novo… e de novo. E a manada finge estar se alimentando, dizendo: glórias!… glórias!… Obra maravilhosa!

Quarto – começa o momento das ameaças aos membros. Aliciamentos psicológicos e o pior: terrorismos! Com aquele escarnecimento mordaz comum entre eles, contam tristemunhos de pessoas que saíram da Obra; ou que desobedeceram as ordens do PES, ou que falaram mal das doutrinas da ICM; ou que foram congregar em outra denominação. Caluniam, difamam e injuriam os dissidentes. Usam o nome de Deus com ameaças de castigos e eternas punições. Terrorismos!

Quinto – já totalmente distantes do contexto do versículo lido no início, como pretexto para falar mal dos outros e exaltar o ídolo ICM-Obra, começam agora a mudar o rumo. Como não tem mais nada a falar, começam a falar de experiências, dando a entender que, por OBDC tudo que o PES manda (e desmanda) só ali nesta OBRA é que as pessoas serão vitoriosas e abençoadas. Chantagem pura! Os bonecos gostam das chantagens emocionais.

São as experiências de sempre: o aluno que recebeu cola de um anjo no vestibular de medicina; o pastor que teve uma experiência com uma senhora em Pernambuco e o filho na Bahia; o obreiro deficiente físico que censurou a esposa porque tinha que estar todos os dias numa igreja da Obra no interior; do pastor que falou mal da Obra, o Sinhô o proibiu de entrar no Maanaim. E assim morreu de câncer…

Experiências com o costumeiro objetivo de estimular a adoração à ICM e cegamente OBDC aos caprichos do sistema religioso. O indivíduo é formatado serviçal OBDC. O apelo é no sentido de que o servo da Obra continue obedecendo… obedecendo… obedecendo. O que fica é o seguinte: seja uma mula tapada e você será vitorioso, quanto o pastor que teve a esposa curada pelo anjo, o jovem que recebeu as repostas do vestibular de medicina, e o chefe icemita que tomou café da manhã com Deus.

Mas se o Papa aparecer, ele começa, claro, a falar das experiências íntimas com Deus, cheio de espetaculoso misticismo, para fascinar a platéia e afagar o ego narcisista. Sempre com os dissimulados e exagerados sentimentos de triunfo. Orgulho religioso e vaidade!

Por fim, oram em línguas tipo cantelamarras, owdrirreis, showrriras; se no final do seminário, pedem para os irmãos voltarem para casa no clamor; enquanto, se contorcendo nas cadeiras doidinhos para irem embora, os seminaristas obrais não mais agüentam besteirol e invencionices dos tantãs. O mantra repercutiu centenas de vezes: OBRA!… OBRA!… OBRA!… OBRA!… OBRA!… OBRA!… OBRA!… OBRA!… OBRA!… OBRA!… Terrorismo!

Mudam-se os seminários, mudam-se os títulos das aulas, passam-se os anos, mudam-se os meios de transmissão: por meio de video-conferência ou satélite. A mesmice de sempre. O desânimo de sempre. Tudo é vaidade e correr atrás do vento.

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Conclusão

Então, chegamos ao seguinte: o Evangelho de Deus nos garante ser a “paz de Cristo o árbitro” (Cl. 3.15); e a “constância de Cristo” (2 Ts. 3.5) provoca mudança e segurança em cada um dos que foram “feitos filhos de Deus” (Jo. 1.12), “selados para o dia da redenção” (Ef. 4.30).

Embora a introjeção da doutrina revelada na mente da manada de icemitas os leva, a fingir ser bênção o que estiveram ouvindo, eles fingem que dali sairão abençoados. Fachada! Esses seminários do Maanaim são extremamente cansativos, obstrutivos e repetitivos.

Entram vazios e saem mais vazios. Cessam as emoções na base de ESTA É A OBRA!… OBRA!… Cansados, entediados e até aterrorizados retornam para casa. Fingem sorrisos, fingem que o seminário foi bom. Gostam muito de usar aquele clichê: Quando venho para cá, não quero mais voltar! Tédio! Tudo um faz-de-conta.

Isso não passa de falsa piedade. Falsa humildade para alguém se exibir como crente espiritual. E até mesmo para esse indivíduo tido como servo da OBRA não ser julgado e rebaixado. A hipocrisia é tão gritante que, embora também fingidores os outros fazem questão de julgar e criticar os que faltam ao Maanaim, ou que não gostaram do seminário. Tão somente para se ostentar como crente espiritual, ou seja: o bom servo da Obra.

Percebem a mediocridade?

Por esses disparates em cada mensagem e nada mais que um pacto de mediocridade, os pastores fingem que ensinam e a manada finge gostar da revelação (leia-se fermento) do PES; de modo que, depois, fingem dizendo que o Mannaim é uma bênção, um pedacinho da eternidade.

Porém, o Evangelho de Deus não é nada disso. Graças damos a Deus e seja o Nome de Cristo Jesus glorificado. Quem conhece realmente a mensagem do Evangelho de Deus, sabe do que eu estou falando. Enche a alma de vida, de amor cristão, de amor de Deus, de sabedoria cristã; porquanto o Evangelho consola, estimula e fortalece; promove a esperança, a fé e o amor.

A Paz de Deus.

Artigo da autoria de meu amigo Ireneu. Estilizado publicado com autorização e revisão.