mitosA elite da ICM-PES deveria enfrentar profunda revisão em sua doutrina revelada. O mais rápido possível. Por exemplo, Nesta hora de clamor considerado louvor revelado pela Comissão Executiva, nos apresenta duas heresias, pelo menos: o clamor pelo sangue de Jesus e a dupla glorificação ao Espírito Santo.

Alguns comentários aparecem em Comunidades de membros e ex-membros da ICM-PES. Com amparo na livre expressão do pensamento eles denunciaram blasfêmia, heresia e o mito.

Como os icemitas de carteirinha costumam discriminar aqueles que abriram os olhos e romperam com o sistema, alguns deles dirão: artigo de caídos, diabólicos, heréticos, malditos, malignos, perniciosos, prontos para o fogo do inferno, profanadores, sem religião e sem temor a Deus. Estou acostumado com esse tipo de tratamento…

1) – Canto ou não canto?

Nesta hora de clamor pelo sangue de Jesus
Necessitado, dependente, me coloco a Seus pés oh Pai.

Dá-me o pão cotidiano este pão és tu, Jesus!
Tua paz é o meu alimento, dá-me de ti, Senhor.
Das riquezas que eu encontro em Ti, são pra mim meu bem maior

Em ti espero, em ti confio, de Ti vem a minha salvação
Na eternidade habitarei lá verei meu grande Rei
Ruas de ouro, rio de cristal! Glória ao Teu Santo Espírito. (bis)

Como resultado do falso batismo com o Espírito Santo, aquilo a que chamam de dons espirituais correm nos cultos proféticos, nos Seminários da Obra como fogo em palha seca. Beco sem saída. Esteja certo de que o falso batismo com o Espírito Santo abre as portas para as obras da carne, como está escrito (Gl. 5.19-21 – ênfase nossa):

“Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções,” invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.”

Delírios acontecem em defesa da Obra Maravilhosa. Enorme o blábláblá e o esforço deles na carne, a ponto de inventarem profecias e revelações para exibirem a ICM-Obra Maravilhosa. Mas enquanto as estradas continuam cheias de retirantes, o Diabo encontra excelentes oportunidades para rodear. Porém, se esta ICM-Obra fosse realmente maravilhosa, por si mesma o demonstraria: com milagres, prodígios e sinais, como foi na Igreja Primitiva.

Deixo claro que, ao denunciar erros e heresias icemitas a mim não importa se desagrado a corte e os principais do palácio da rainha desfigurada. Eles devem abandonar – bem depressa – os absurdos desse eclesiasticismo monárquico pseudocarismático com força de imposição monárquica obtusa e religiosa. O olhar caolho do poder camaleônico  observa o que acontece nas unidades locais agrilhoadas ao  maranatismo pseudocarismático. Os agentes de informação estão infiltrados. Ora, Jesus condenou a tradição dos homens exatamente por invalidar as Escrituras e o poder de Deus (cf. Mt. 16.1-6).

Entendam, amados: estou livre do fardo dos alimentos deteriorados que intoxicam o pensamento, a exemplo desse louvor revelado. Porque coloca Jesus como mártir ainda envolvido no próprio sangue, o Pai como interlocutor contemplando o Filho ainda envolvido em sangue, enquanto apenas o Espírito Santo é duplamente glorificado. Os católicos idólatras e papistas fazem isso há séculos…

Evidentemente, com o pior da HERESIA ICEMITA  a corte do monarca deu lugar ao falso ensino e ao falso profetismo que afasta o povo da simplicidade do “evangelho da graça de Deus” (At. 24.20). Daí para frente, o desastre era doutrinariamente e moralmente previsível. E não deu outra!

Icemitas intransigentes e moralmente subservientes ao DON (Doutrinas, Orientações e Normas do Presbitério cf. arts. 5º e 25 do Estatuto da ICM-PES), continuam enfastiados com o peso dessa falsa religião; mas o monarca quadragenário insiste em fazer pior que o ensino dos pais presbiterianos de onde sairam de pois das brigas entre as duas famílias. Infelizmente, a aparência de espiritualidade icemita não os deixa pensar; porém os leva ao delírio e falsa piedade. Não precisamos de maiores argumentos: os erros grosseiros nos chamados  cultos proféticos e as heresias icemitas falam por si mesmos…

Isto devido ao fato de que os icemitas carregam em suas almas um grande peso: CULTO À DENOMINAÇÃO, ou seja, aquilo que emocionalmente e moralmente custa a entender e suportar. Mesmo porque, ser servo da Obra impõe o peso de insistente obediência e reiteradas responsabilidades por serem, segundo o chefe religioso, devedores da Obra.

Não-pensar é natural para os icemitas. Não conseguem evitar o não-pensar, porquanto a linguagem do não-pensamento os aprisiona à ideologia (filosofia) de Obra e ficam impedidos de pensar. Por oportuno, que se diga: o dogma gedeltiano consegue imprimir na mente do angustiado e obediente  servo da Obra a marca de ser devedor da Obra. Se a si mesmo alguém permitiu a introjeção dessa declaração herética, está irremediavelmente preso no sistema. E declara: sou devedor da Obra… a Obra é tudo na minha vida. mas não percebe a prisão em que foi lançado…

2) – a imposição do mito

A ICAR impõe o mito da transubstanciação – mudança da substância do pão e do vinho – para explicar a presença real de Cristo na Eucaristia em carne, alma e divindade. Esta heresia papista insiste, que neste sacramento a hóstia se transforma na carne de Jesus; e o sangue de Jesus sai de Seu lado e é derramado direto no cálice da comunhão e imediatamente transformado em vinho (1). Importante: a transubstanciação é realizada por obra e poder do sacerdote. Misteriosamente!

A ICAR insiste nos efeitos da transubstanciação e obriga os católicos a “irem, assiduamente, à Missa, porque, ainda uma vez, é onde “o Sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado” (Jo. I. Ep. 1, 7). Ao contrário do que Deus disse, do jeito que Ele disse, para a elite icemita pseudocarismática o que determina o acesso ao Pai é a fórmula: Senhor, clamamos pelo sangue de Jesus.

Bem no início fórmula mágica foi introduzinda na ICM pelo Pr. Jonas Marques, de origem congregacional. Com os seminários de fins de semana no Maanaim de Domingos Martins-ES a fórmula espalhou-se. Então, a ICM-PES fez pior: além de copiar dos papistas o mito do sangue de Jesus derramado novamente no cálice da comunhão no momento da celebração da missa; introduziu na mente do crente icemita o mito (mistério da Obra) do constante clamor pelo sangue de Jesus. Até dentro de casa e na refeição. Este clamor funciona como mantra no mais interior do inconsciente do icemita, cuja fórmula clamamos pelo sangue de Jesus é exclusiva e indispensável para acesso ao Trono da Graça.

Entendam, amados. Segundo a heresia icemita, ausente a fórmula: Senhor, clamamos pelo sangue de Jesus, Deus não ouve a oração inicial, nem recebe o culto; porquanto, dizem, esta fórmula imperiosa é mistério da Obra. Deste modo, os atos administrativos, decisórios e litúrgicos baixados pelo chefe muito religioso para obediência dos presbíteros do alto clero, presbíteros do baixo clero e inquestionável obediência nas unidades locais (artgs. 21,22,23 e 31 do E-ICM-PES), exigem esse clamor pelo sangue de Jesus.

Eles distorcem as Escrituras para preservar o mistério da Obra. Leiam esta declaração, palavra por palavra: Por causa do clamor pelo sangue de Jesus (…) no início de cada culto ou reunião (…) não há manifestações de dons falsos em nosso meio. Não?! Não mesmo?!

Escutem: não se trata de opinião de algum crítico da Obra Maravilhosa ou dela defensor.  Não! O Site oficial da ICM-PES insiste na antiga heresia papista do clamor pelo sangue de Jesus e reafirma (ênfase nossa):

Por essa razão, quando rogamos em oração para o Senhor nos cobrir com o sangue de Jesus, somos protegidos contra ataques do Adversário em qualquer situação, inclusive no início de cada culto ou reunião. Dessa forma, não há manifestações de dons falsos em nosso meio.

Clamor funciona? Clamor livra do poder do Diabo? Esse clamor protege? Funciona mesmo?  O que acontecia na mente daquelas meninas da Maranata de Itapoá – SC, nos momentos em foram sexualmente violentadas? Elas não aprenderam, em cada culto fantasioso, que o clamor pelo sangue protege? Por certo aprenderam que o clamor pelo sangue de Jesus protege e livra do assédio, do inimigo e do homem perigoso que molesta as crianças. Aprenderam que o clamor pelo sangue de Jesus não permite falsos dons… mas o mantra falhou quando foram penetradas e violentadas… O mantra falhou quando o assediador colocou dinheiro nans mãos de alguns meia-solas… E agora, pastores? O Presbitério assumiu a responsabilidade?

Exemplo de ato discricionário normativo com força imperial e selada com o clamor pelo sangue de Jesus é a Mensagem para Pastores 2007 baixada pelo monarca muito religioso.  Deste modo, coberto com o mito do clamor pelo sangue de Jesus, o chefe do presbitério não erra e nem pode errar: a infalibilidade está garantida pelo clamor que não permite manifestações de dons falsos em nosso meio. Evidentemente, com base nessa infalibilidade as imprecações lançadas contra icemitas, contra ex-icemitas, contra o site do Cavaleiro Veloz e os crentes em geral constituem decretos justos, legais, oportunos e santos. Não se admirem, porque, à semelhança do dogma da infalibilidade do Papa, na Obra Maravilhosa manda quem pode e obedece quem tem juízo.

Mas o chefe religioso e icemita-mor não consegue explicar de que maneira o mistério da Obra denominado clamor pelo sangue de Jesus consegue fazer escorrer sangue do corpo de Jesus, a cada vez que o formatado icemita entra no clamor. Preste atenção nestes pontos: o clamor está obrigatoriamente presdente seja para a consulta de algum dom; na consulta para confirmação do batismo com o Espírito Santo; seja para alguma decisão sobre casamento (ou divórcio); compra de imóveis, exclusão injusta de membros (2).

Mas DON (Doutrinas, Ordens e Normas) exige o clamor no misterioso momento de  levantamento de ungido, ordenação de pastores (leia-se: emissários da monarquia quadragenária), clamor antes das viagens etc. O chefe religioso nunca explicará de que maneira o “fogo do altar” na mão do anjo (Ap. 8.5) pode ser transformado em batismo com o Espírito Santo (ainda mais que sujeito à bibliomancia e clamor). Quem se lembra do episódio de Abiu e Nadabe com “fogo estranho” ?

Na ICAR e na ICM-PES as “doutrinas que são preceitos de homens” (Mc. 7.7 cf. Cl. 2.22; Hb. 13.9) imprimem o inquestionável e mitológico poder camaleônico da religião. Entendam: assim como na ICAR o sacerdote oficiante não pode celebrar a missa católica sem a inexplicável e invisível transubstanciação (alteração da substância) da hóstia e do vinho em carne e sangue de Jesus; se algum obreiro da ICM-PES der início ao culto profético, ao culto público ou a outra reunião, sem a fórmula clamamos pelo sangue de Jesus, a liturgia maranática não poderá prosseguir. Está inválida!

Escutem a heresia ensinada no Seminário da Obra:

www.mediafire.com/?olmdl34lc7ksabs

www.mediafire.com/?l9u9l9tu6daixxe

Se alguém começar a intercessão, sem antes dizer: clamamos pelo sangue de Jesus, a oração não poderá prosseguir. Não tem valor! Se na entrega do jejum esquecerem da fórmula, está declarada a invalidez do jejum. E ninguem questiona este capítulo da heresia icemita, porque aprenderam a confiar na crença do maioral dos pastores. Os icemitas conferem as coisas nas Escrituras Sagradas? Não! Eles confiam na crença do chefe icemita muito religioso. Eles não-pensam. Obedecem. Se pensarem entram em pânico. Simplesmente!

Na ICAR não existe Eucaristia (Ceia do Senhor) sem o inexplicável o misterioso poder do sacerdote transformando a hóstia e o vinho em carne, sangue e divindade de Jesus. Aqui está o mistério e mistério não se explica. Este é o dogma. Na ICM-PES não existe adoração, consulta e oração válidas sem o clamor pelo sangue de Jesus; não existe culto profético; não existe culto público. O emissário do monarca e representante do Presbitério tem autoridade ecelsiástica ( o ministério está acima dos dons ) do mandante religioso para mandar parar e recomeçar.

Na ICAR e na ICM-PES o mito foi instituído com força imperiosa. Mito? Sim, porque o mito opõe o crer e o pensar com bases firmes nas Escrituras Sagradas, porquanto o mito, para ser mito, deve estar coberto com o inexplicável e revestido com o sobrenatural. Sempre!

3) – a dependência do mito

Além do mais, o louvor revelado em comento insta com o povo a se confessar dependente do clamor pelo sangue de Jesus. Porquanto insiste: Nesta hora de clamor pelo sangue de Jesus necessitado, dependente, me coloco a Seus pés oh Pai.

Deste modo, escrever louvor revelado no contexto de mistérios da Obra, falando do clamor pelo sangue de Jesus, para que seja cantado pelos maranatas de joelhos e olhos fechados, é delírio inexplicável; assim como o bom católico abre a boca, engole a hóstia, fica sem o vinho e o sacerdote o declara em estado de graça. Entra ano e sai ano e milhares de clamores e milhares de missas… Não para!  Quanta estupidez!

Neste particular percebe-se que o(a) letrista cultua a denominação onde está inserido(a). Este culto à denominação é coisa que enche de encanto. Não somente confessa a dependência da fórmula clamamos pelo sangue de Jesus (completamente ignorando a impossibilidade do sangue de Jesus sair de Seu lado e jorrar no necessitado); mas depois de confessar a dependência da fórmula inexplicável, outro erro: o cabisbaixo icemita é ensinado a contrariar a Escritura e glorificar o Espírito Santo. Duas vezes: Glória ao Teu Santo Espírito! Glória ao Teu Santo Espírito! Coisa do catolicismo papista! Engodo! Então, neles a Palavra se cumpre (Mc. 7.6):

“Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.”

Negligencia as Escrituras, aquele que esquece o ensino de Jesus quanto ao ministério do Espírito que procede do Pai e do Filho (Gl 4.6; Rm. 8.9; 1Pe 1.11); mas glória não busca para Si. Nenhuma! Está escrito (Jo. 16.14 – ênfase nossa): “Ele [o Espírito que procede do Pai e do Filho] me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar.” Ora, construir labirintos ofendendo a Tri-Unidade da Divindade é blasfêmia. Começo do fim.

O clamor pelo sangue de Jesus introjeta mais um mistério da Obra na mente de cada icemita, dependente de doutrina revelada como de essencial importância acreditando que a Obra que caminha para a eternidade. Perigo à vista. Por ser mito, este clamor confere identidade ao povo da ICM-PES; mesmo porque, a linguagem mítica infunde o medo e não carece de explicação. Em se tratando de comunidade cristã claramente divorciada do Evangelho, este antigo mito dispensa fundamentação nas Escrituras. Então, a ordem é: Obedeça! Obedeça! Obedeça! Simplesmente!

O que aflorou e nasceu com o tal louvor revelado que instiga esse clamor esquizofrênico e a dupla glorificação ao Espírito Santo, não passou de poesia medíocre e reprovável. Fáceis de compor e inventar, como as fagulhas do bater das pedras ou da madeira ao fogo, heresias, letras e melodias aparecem. Não existem limites…

labirintoPor estranho que pareça, o que se lê em apostilas baixadas nos Seminários da Obra, e se ouve em áudios, e nos púlpitos, e agora por satélite, como fruto de empulhação e teologismo, não passa de expressões de ódio à inteligência e à razão; ódio à liberdade; ódio à Teologia em nome do DON; ódio ao genuíno viver em Cristo.

Por último, essa dependência do clamor pelo sangue de Jesus é absurdamente esquizofrênica. A doutrina revelada denominada mistério da Obra, exige que o clamor não pode ser abandonado nem por um segundo. (3)

4) – o feriado do Corpus Christ

 A ICAR celebra o mistério da Eucaristia: o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo em presença real e substancial. A celebração no feriado católico de Corpus Christ é soleníssima, pois o dogma impõe: a Santa Hóstia é o próprio Jesus Vivo em Corpo e Sangue, Alma e Divindade.

E ninguém discute a celebração do Corpus Christ, iniciado com uma visão da beata Juliana de Cornion, no século XIII. E, se era para exaltar o projeto de salvação, o chefe da igreja e monarca muito religioso estabeleceu a doutrina revelada com a celebração da missa, procissão com a hóstia consagrada (transformada em carne de Jesus) e adoração ao santíssimo sacramento no ostensório sagrado.

Isto significa o seguinte: com a autoridade  conferida pelo Papa ao sacerdote católico, a hóstia consagrada é misteriosamente transformada em carne de Jesus, ao mesmo tempo em que o sangue de Jesus sai do Seu lado e jorra direto no cálice transformado em vinho. Com este dogma em cada missa por este mundo sem fim o mistério da Eucaristia está encenado. O bom católico não discute, não examina as Escrituras e foi eninado a ver no sacerdote a figura de Jesus (o católico crê na crença do Papa).

Na dependência do mito, os antigos espalharam o clamor pelo sangue de Jesus que permanece na liturgia católica (4) e finalmente foi introduzido nos arraiais icemitas. Lembrando que a Obra é dinâmica, na ICM-PES o clamor é considerado mistério da Obra (mas nunca explicaram como o mistério começou…). Agora, o leitor está ciente de que foi enganado…

untitledNo dia de celebração do Corpus Christ, por ordem do Papa (e conforme o Direito Canônico) os católicos de todo o mundo são obrigados a adorar o sacramento e participar da missa soleníssima onde jorra o sangue de Jesus no cálice a a carne de Jesus é transformada em hóstia.

Se eu fosse sacerdote católico apostólico romano, neste dia estaria cheio de autoridade eclesiástica papista para transformar o vinho da Missa em sangue de Jesus, a hóstia em carte, e exigir a adoração ostensório.

Sem entender o que faz, mas por causa da tradição dos homens, o icemita clama pelo sangue de Jesus com medo de blasfemar contra a Obra Maravilhosa; e clama pelo sangue de Jesus com medo de pecar contra o Espírito Santo; e debaixo da autoridade eclesiástica imposta pelo DON o pastor exige o clamor pelo sangue de Jesus porque é ignorante; mas obedece ao Presbitério e  impõe obediência da membresia. Se não a exigir, ou se desobedecer ao deus da Obra, a denúncia chegará imediatamente aos ouvidos do detentor do governo religioso, o denunciado não será ouvido porque provocou o poder camaleônico. Resta ao desobediente ouvir o grito do valente: VAI EMBORA!

Conclusão

Até que comece a acordar para a realidade, o icemita de carteirinha não alcança a compreensão do mal introjetado com força de repressão (5) em sua mente. Para mal dos pesares, aqueles que quebram o jugo da ICM-PES e logo organizam igrejas, repetem os mesmos erros.

Enquanto continua a exploração da credulidade popular através da venda de um produto chamado doutrina revelada, embrulhado em papel de ofertas com o nome de mistérios da Obra, o que acontece é notório: os campos permanecem ressecados…

Na verdade, não consigo dizer de outro modo: adoecer de esquizofrenia religiosa foi o que a doutrina revelada conseguiu nesta geração de icemitas. Ela está empanzinada com a ceia de pão bolorento e uvas de veneno. Com direito à sobremesa de “preceitos de homens”.

Neste sentido, o dogma da transubstanciação (da ICAR) e dogma do clamor pelo sangue de Jesus (da ICM-PES) funcionam como o mito. Pelo fato do inexplicável, o que chegou a termo foi introjetar na mente do povo valores eclesiásticos, misteriosos e religiosos.

O aclamado Ídolo-Obra erguido na força do gedeltismo quadragenário e mantido pelo falso profetismo que impera no maranatismo-monarquico-pseudocarismático, esgotou-se. Esta é a mais pura verdade. Enfastiados dessa espiritualidade autodefensiva, avarenta, dissimuladora, farisaica, mentirosa e reprovável muitos reclamam. Mestres e pastores não reagem por cumplicidade com o esperto esquema religioso. Muitos deles envelhecem ignorando o mal que a si mesmos fazem e aos familiares. Se alguém pergunta, a resposta esta pronta: – Não me interessa discutir doutrinas e ordens do Presbitério. Tédio! Tédio! Tédio e nada mais…

Porém, muitos não mais engolem a doutrina revelada, não mais rezam a cartilha dessa esquizofrenia religiosa; e começaram a entender que não continuam devedores da Obra. Ora, a não ser que a linguagem do não-pensamento continue introjetada na mente do servo da Obra, como continuar lá dentro depois de entender os erros e os falsos dons?

Que prisão religiosa, hein?! Roda-viva!

Se o gedeltismo continuar insistindo em doutrina revelada além da letra com mistérios da Obra e “preceitos de homens” e teologismos, essa ideologia de Obra Maravilhosa mergulhará, cada vez mais, na apostasia coletiva e individual. Sem retorno!

Tendo esta perspectiva, devemos tomar uma posição radical: buscar a Face de Jesus, o Eterno Mediador da Nova Aliança e Sumo Sacerdote; desfazer os laços das intermináveis mentiras para encobrir o erro dos falsos dons; fugir dos portadores da falsa-unção; e resistir a cada capítulo da HERESIA ICEMITA.

Notas:

Artigo revisto e acrescido em 23.06.2011.

Frases em itálico aparecem em apostilas e aulas nos seminários da ICM-PES. Frases em itálico entre aspas pertencem à Versão Almeida, SBB ou outra indicada.

 (1) – Base da heresia papista: “Na Missa, o Sangue de Cristo é derramado pelos pecadores”. (Santo Agostinho). “O Cordeiro de Deus é imolado por nós; o Sangue corre, misticamente, sobre o altar, para nos purificar; foi tirado do lado traspassado do Salvador e derrama-se no cálice”. (São João Crisóstomo). Autoridade do Dogma: “Está dito assas claramente, de forma que não há necessidade de comentários.”

(2) – Centenas de amados icemitas excomungados. O medo impera. Sem serem ouvidos. Sem direito à defesa, mesmo porque até hoje a ICM-PES insiste em negar o Regimento Interno. Excomungados… por revelação! Simplesmente. Não acenderam fogueiras para queimar hereges em praça pública: calúnias, difamações, injúrias e maldições que escorrem pelas escadarias do palácio da rainha desfigurada, fazem algo pior que betume nos corpos ardendo debaixo da crueldade daquela Inquisição Satânica orquestrada pelo papismo. Que o digam os retirantes.

(3) “O clamor pelo sangue de Jesus é um recurso forte e poderoso contra o inimigo e por isso não pode ser abandonado nem por um segundo; é o clamor constante no coração. É a arma usada pelo “bom saldado” de Cristo. O clamor é de ação continua, pois é ele que nos mantém em comunhão constante com o Espírito Santo e com Deus, não é só um dever do cristão clamar, o clamor é a base, o fundamento sobre o qual se fundamenta toda a estrutura da nossa fé, em toda nossa vida cristã.”

(4) “Se todo cristão que leva o nome de Jesus clamasse seu precioso sangue todos os dias em voz alta, creio que o resultado seria catastrófico para o reino de satanás e haveria grande libertação na Igreja e em nossas cidades.”

(5) – “O conflito é excluído de acesso normal ao consciente, sendo preservado, com seu conteúdo, no inconsciente. É esquecido, desassociado da consciência essencial, sem que ao mesmo tempo seja destruída ou terminada a sua atividade subterrânea.” (Arnaldo Schüler, Dicionário Enciclopédico de Teologia, p. 399, citando Arvid Runestan, 257: p.31).