A palavra denominação se nos apresenta como entidade invisível à qual não se pode contrariar.

Então, da parte dos conservantistas é comum a frase: “a denominação não quer isto”. Por parte dos reformistas ouve-se: “precisamos mudar a denominação”.

Isto ocorre no regime congregacionalista, democrático e participativo. Seja esta ou aquela a posição dos defensores, cada um se arroga em dizer o que a denominação pensa ou precisa, independentemente do que as igrejas em convenção consensaram. Este tipo de denominacionalismo inviabiliza a herança congregacional, democrática e participativa dessas denominações.

No maranatismo-monárquico-pseudocarismático a coisa é diferente. A heresia anda solta, porquanto pretendem distinguir-se mais pelo culto e devoção à OBRA do que pelo amor-obediência a Cristo Jesus. A única explicação para a guetização é o medo.

O resultado é dos piores. Não é de admirar.